Por mais de oito anos, o Dr. Alexandre viu a gestão da clínica mudar, os profissionais se multiplicarem e a tecnologia avançar. A história de uma parceria que começou no ASA, passou pelo Conclínica e agora olha para a inteligência artificial. Confira!
Tem histórias de tecnologia que começam com uma demonstração de produto. Outras começam com uma planilha que deixou de dar conta do recado.
A do Dr. Alexandre começou de um jeito um pouco diferente: com a percepção de que era hora de buscar algo mais atual.
Hoje, ele administra uma clínica que reúne, em média, entre 30 e 35 profissionais da área da saúde. A grande maioria, cerca de 33, é formada por médicos. Eventualmente entram na conta nutricionistas e, mais raramente, um psicólogo.
É uma operação que muda o tempo todo. Profissionais chegam, outros saem, horários são reorganizados e a rotina precisa continuar funcionando. Mas, antes de falar do presente, vale voltar alguns anos.
Uma parceria que veio antes do Conclínica
A relação do Dr. Alexandre com a Tecnoarte, empresa responsável pelo Conclínica, começou ainda antes de o software fazer parte da rotina da clínica.
Na época, o sistema utilizado era o ASA. E durante algum tempo ele cumpriu seu papel. Até que chegou aquele momento que muitas empresas conhecem bem: o sistema continua funcionando, mas a realidade da operação mudou.
“Eu estava buscando um novo sistema com uma cara um pouco mais atualizada“, conta o Dr. Alexandre. “O ASA era uma coisa mais antiga e tal.”
Foi nessa busca que o Conclínica apareceu. A parceria que já existia com a Tecnoarte acabou pesando na decisão. E a clínica fez a migração.
Isso aconteceu há cerca de oito anos, talvez um pouco mais, segundo ele. O curioso é que, olhando hoje para essa decisão, o Dr. Alexandre não fala em arrependimento ou em uma escolha que simplesmente “deu certo”.
Ele é mais direto: “A gente então foi… migramos todo o nosso sistema para o Conclínica e foi ótimo. Foi uma medida muito assertiva”.
O teste de verdade acontece no cotidiano
Existe uma diferença grande entre escolher um sistema e continuar escolhendo esse sistema anos depois.
Porque a tecnologia pode impressionar em uma apresentação, mas é no cotidiano da clínica que ela precisa provar seu valor.
Na clínica do Dr. Alexandre, o Conclínica passou a fazer parte de diferentes etapas da operação.
O faturamento é realizado pelo sistema. Já o atendimento online acontece por meio do Marcamed, plataforma disponível no site da clínica que facilita o agendamento de consultas.
E existe uma integração que ele destaca espontaneamente: a relação entre o Marcamed e a agenda do Conclínica.
“Tem uma leitura em conjunto com a marcação de agenda do Conclínica, isso é ótimo.”
É uma frase simples, mas talvez diga bastante sobre o que se espera de uma tecnologia de gestão em saúde.
No fim das contas, ninguém quer ter dez sistemas que funcionam isoladamente. O que se busca é justamente o contrário: que as ferramentas conversem entre si e que a equipe não precise ficar fazendo o trabalho de uma máquina para outra.
Agora, a conversa é sobre inteligência artificial
Se a migração para o Conclínica representou uma atualização importante há mais de oito anos, o próximo movimento da clínica aponta para um cenário ainda mais conectado.
Recentemente, o Dr. Alexandre começou a trabalhar em uma nova frente: um atendimento de inteligência artificial pelo WhatsApp.
A ideia é utilizar a API do Conclínica para tentar fazer com que a inteligência artificial participe do processo de agendamento e consiga, automaticamente, marcar o horário na agenda do médico.
Ainda não é uma história com ponto final. A integração está sendo desenvolvida em parceria com outra empresa e o resultado ainda está sendo construído.
Mas o entusiasmo do Dr. Alexandre não deixa dúvidas sobre o que ele espera desse próximo passo: “Se isso realmente acontecer vai ser fantástico!”
Ele conta que está ansioso e que tem acompanhado de perto o desenvolvimento da solução. E talvez seja justamente aqui que a história fique mais interessante.
Porque o que está em jogo não é simplesmente adicionar inteligência artificial à rotina da clínica porque “IA está na moda”, mas sim usar a tecnologia para eliminar etapas e facilitar uma tarefa que já acontece todos os dias: o agendamento.
“É a facilitação que a tecnologia nos promove”, resume.
Uma clínica não para no tempo. O sistema também não deveria
Quando pensamos em software para a saúde, é comum falar sobre funcionalidades. Mas a capacidade de acompanhar a evolução de quem usa a ferramenta é uma dimensão que talvez seja ainda mais importante.
A clínica do Dr. Alexandre não é exatamente a mesma de oito anos atrás. O número de profissionais muda, os canais de atendimento mudam, os pacientes mudam e a própria tecnologia mudou radicalmente.
O WhatsApp se tornou central na comunicação. O atendimento online ganhou espaço. E agora a inteligência artificial começa a entrar na conversa.
Nesse cenário, manter uma ferramenta por tantos anos só faz sentido se ela continuar acompanhando essas transformações.
E é justamente isso que aparece na fala do Dr. Alexandre. Ele não descreve o Conclínica como uma solução que resolveu um problema em determinado momento, mas sim como uma parceria que continua.
O que sustenta uma parceria de oito anos?
Essa talvez seja a pergunta mais interessante desse depoimento. O Dr. Alexandre poderia ter migrado novamente de sistema ao longo dos anos. Poderia ter buscado outra solução para a gestão da clínica conforme novas tecnologias surgiram.
Mas não foi isso que aconteceu. “A gente é um cliente muito antigo do Conclínica, não temos nada a reclamar”, afirma.
E, quando fala sobre a relação, ele não menciona apenas a ferramenta. Fala também das pessoas.
“O atendimento é muito bom, o pós-venda também.” Segundo ele, quando surge alguma dúvida, a equipe pode ser acionada pelo chat.
Pode parecer um detalhe pequeno para quem olha de fora. Mas, para quem administra uma operação com dezenas de profissionais, saber que existe alguém do outro lado quando uma dúvida aparece pode fazer toda a diferença.
O próximo capítulo ainda está sendo escrito
Talvez o mais interessante na história do Dr. Alexandre seja justamente o fato de ela não terminar aqui.
Depois de mais de oito anos utilizando o Conclínica, ele já está pensando no próximo passo.
A clínica continua recebendo profissionais. A tecnologia continua evoluindo. E a inteligência artificial começa a abrir possibilidades que, alguns anos atrás, pareciam distantes.
Depois de tantos anos, o Dr. Alexandre parece enxergar a relação com o Conclínica não como uma decisão que ficou no passado, mas como uma parceria que continua se adaptando ao presente.
E, pelo jeito, ele já está bastante curioso para descobrir o que vem depois.
“Então a gente espera que siga nesse caminho aí a longo prazo.”
Talvez seja esse o melhor resumo de uma parceria que começou com a busca por um sistema mais atual e, oito anos depois, já está olhando para a próxima fronteira da tecnologia na saúde.
Aproveite para ler: Adaptando o sistema de gestão de clínicas à rotina do médico (e não o oposto)
A sua clínica também não pode parar no tempo
Assim como a operação do Dr. Alexandre, o dia a dia da sua clínica exige uma tecnologia que acompanhe o seu ritmo, converse com as suas necessidades e evolua junto com a sua equipe.
Se o seu sistema atual já não dá conta do recado ou se você busca uma parceria de verdade para simplificar a gestão e o atendimento, chegou a hora de dar o próximo passo. Venha descobrir no cotidiano como podemos facilitar a sua rotina.
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