Pessoa em pé com uma perna protética moderna, destacando os dispositivos OPME

O que é OPME? Entenda a importância das Órteses, Próteses e Materiais Especiais e boas práticas de gestão para clínicas médicas

OPME é a sigla para Órteses, Próteses e Materiais Especiais, utilizados em procedimentos médicos, odontológicos ou de reabilitação. Esses dispositivos médicos utilizados externa ou internamente no corpo para correção, sendo essenciais para garantir cuidados de qualidade. Saiba mais!

As Órteses, Próteses e Materiais Especiais (OPME) são dispositivos essenciais na prática médica, projetados para atender necessidades específicas de tratamento. Assim, são importantes para corrigir deformidades, melhorar funções musculares, facilitar a recuperação e auxiliar na experiência do paciente.

Seus profissionais desempenham um papel essencial, garantindo a seleção e utilização adequadas desses dispositivos conforme as necessidades clínicas de cada paciente. O setor de OPME, por sua vez, engloba desde a aquisição estratégica desses materiais até sua administração eficiente nos procedimentos médicos.

Descubra o que são as OPME, suas principais funções, objetivos, legislação, ética e boas práticas, e como esses dispositivos são fundamentais para proporcionar cuidados de qualidade. Boa leitura!

O que é OPME?

É a sigla para Órteses, Próteses e Materiais Especiais, um conjunto de dispositivos e materiais utilizados em procedimentos médicos para auxiliar na reabilitação, substituição ou suporte de partes do corpo humano. 

Esses itens são essenciais para diversas intervenções cirúrgicas e terapêuticas, abrangendo desde implantes ortopédicos até órteses para correção postural. 

Sua gestão de custos é um desafio significativo no setor de saúde, devido à necessidade de garantir a qualidade e a compatibilidade dos produtos com as necessidades dos pacientes.

Veja o que cada parte da sigla significa:

Órteses

São dispositivos médicos projetados para serem usados externamente no corpo, com o objetivo de corrigir deformidades, melhorar funções musculares, proporcionar suporte ou aliviar o peso de partes do corpo afetadas por lesões, doenças ou deficiências. Exemplos incluem modelos como botas ortopédicas e colares cervicais. 

Próteses

São dispositivos artificiais projetados para substituir partes do corpo ausentes ou danificadas. Podem ser utilizadas para substituir membros perdidos, como pernas ou braços, ou partes específicas do corpo, como válvulas cardíacas, dentes, ouvidos, entre outros.

Materiais especiais

Refere-se a diversos materiais utilizados em procedimentos médicos e cirúrgicos que não se encaixam nas categorias tradicionais de órteses ou próteses. Incluem biomateriais para implantes, como próteses de quadril ou placas ósseas, cateteres, materiais para suturas cirúrgicas avançadas, entre outros. 

Veja também: O que é a Síndrome do Jaleco Branco? Entenda suas causas, sintomas, tratamento e 8 dicas para amenizar a ansiedade nos pacientes 

Importância para clínicas médicas

A importância de OPME para clínicas médicas reside em sua capacidade de melhorar significativamente os resultados dos tratamentos, proporcionando dispositivos essenciais para a reabilitação e a funcionalidade dos pacientes. 

Esses materiais permitem a realização de procedimentos complexos com maior precisão e segurança, otimizando a recuperação e a qualidade de vida dos pacientes. 

Funções da auditoria no processo de gestão de OPME

Aqui estão algumas das principais funções neste processo:

  • Identificação e seleção: identificar e selecionar os dispositivos e materiais mais adequados para as necessidades dos pacientes.
  • Análise de custos: uma gestão eficaz permite análise detalhada de custos, garantindo melhor utilização do controle financeiro.
  • Negociação com fornecedores: negociar com os fornecedores é essencial para estabelecer parcerias, assegurando preços competitivos e suprimento constante.
  • Aquisição dos insumos: adquirir de maneira organizada evita interrupções nos tratamentos, mantendo os materiais sempre disponíveis quando necessários.
  • Logística de distribuição: garante que cheguem à unidade médica sem danos, assegurando a continuidade dos procedimentos.
  • Gestão de estoque: gerir o estoque adequadamente preserva sua qualidade e facilita o acesso rápido durante os procedimentos médicos.
  • Utilização responsável: inclui manejo adequado para evitar desperdícios e garantir a segurança do paciente durante os procedimentos.

Veja também: O que diz a lei do plano de saúde? Conheça as regras, coberturas obrigatórias e como vincular uma clínica

Objetivos em uma gestão de OPME eficaz

Visa-se alcançar diversos objetivos para garantir o melhor uso e resultados dos dispositivos e materiais utilizados em procedimentos médicos. Alguns dos principais objetivos incluem:

Promoção da segurança do paciente

Uma gestão eficaz garante a segurança do paciente ao utilizar dispositivos e materiais de alta qualidade e adequados para cada procedimento médico, minimizando riscos e complicações durante os tratamentos.

Construção de confiança e resolução

Estabelecer processos transparentes na gestão fortalece a confiança de pacientes e profissionais de saúde, garantindo resoluções rápidas e eficazes de questões emergentes.

Desenvolvimento de parcerias estratégicas

Manter boas relações com fornecedores e utilizar técnicas eficientes na seleção e aquisição são essenciais para garantir o fluxo contínuo de suprimentos de alta qualidade e a sustentabilidade das operações.

Maximização da eficiência operacional

Uma gestão eficiente busca otimizar todos os processos, desde a compra até o armazenamento e uso dos materiais, assegurando uma operação sem interrupções.

Minimização de desperdício e variações

Implementar práticas que reduzam o desperdício de materiais e evitem variações desnecessárias nos planos de tratamento contribui para uma gestão mais sustentável e eficiente dos recursos disponíveis.

Controle de custos

Saber como controlar os gastos relacionados permite reduzir despesas operacionais sem comprometer a qualidade dos cuidados médicos, beneficiando tanto a instituição quanto os pacientes atendidos.

Legislação e ética para a gestão de OPME

Segundo a legislação vigente, a gestão de OPME requer rigorosos requisitos. 

É obrigatório que esses dispositivos estejam devidamente registrados na Anvisa, conforme estabelecido pela Lei nº 6.360 de 23 de setembro de 1976, com todas as informações técnicas necessárias especificadas na bula do produto. 

Além disso, a aquisição e recebimento dos materiais devem ser realizados exclusivamente por fabricantes ou distribuidores devidamente autorizados a operar no país. A administração desses materiais deve ser conduzida por profissionais qualificados na estrutura de saúde, garantindo a utilização adequada em procedimentos cirúrgicos. 

Da mesma forma, para pacientes necessitando de reabilitação, sua dispensação deve ocorrer em centros especializados ou em instituições de saúde capacitadas para oferecer esse tipo de serviço.

Desafios e soluções 

Um dos principais desafios é garantir a conformidade com a legislação vigente, o que inclui o registro adequado na Anvisa e a seleção de fornecedores qualificados. 

Além disso, a logística de aquisição e armazenamento desses materiais exige precisão para evitar desperdícios e garantir disponibilidade oportuna. 

A gestão de tarefas eficiente também enfrenta desafios relacionados à segurança do paciente e à otimização de custos, equilibrando a qualidade dos materiais com a sustentabilidade financeira da unidade de saúde. 

Soluções incluem a implementação de sistemas de rastreamento e controle rigoroso de inventário, além de parcerias estratégicas com fornecedores confiáveis e a capacitação contínua dos profissionais de saúde.

Veja também: O que é Healthtech? Descubra as áreas de atuação, tipos de produtos e a importância da tecnologia para a saúde

Boas práticas da gestão de OPME em clínicas médicas

Para uma gestão eficaz de OPME em clínicas médicas, é essencial seguir um planejamento detalhado e obedecer às exigências específicas:

  • Planejamento: desenvolver um plano estratégico que inclua a seleção criteriosa de fornecedores, considerando a qualidade e o custo.
  • Requisitos e exigências: assegurar que todos os materiais estejam devidamente registrados e cumpram as normas regulatórias vigentes.
  • Estudo das licitações: participar ativamente de processos de licitação, seja através de Registro de Preço ou celebração de contrato, avaliando criteriosamente as propostas dos fornecedores para garantir a melhor escolha. 
  • Exigências logísticas: implementar procedimentos logísticos que garantam o recebimento e armazenamento adequados, considerando requisitos de temperatura e acesso restrito.
  • Elaboração de registros técnicos: manter registros detalhados de todos os OPME adquiridos, incluindo especificações técnicas, datas de validade e comprovações de qualidade no prontuário médico eletrônico do paciente e descrição operatória.
  • Sistemas de rastreabilidade: implementar sistemas eficazes de rastreio para monitorar o fluxo desde a compra até o uso no paciente, garantindo a conformidade e a segurança.

Essas práticas não só garantem o cumprimento das normas regulatórias e a segurança dos pacientes, mas também otimizam a gestão de recursos e contribuem para uma operação clínica mais eficiente e confiável.

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O Conclínica se destaca como uma solução completa de software para clínicas projetada especificamente para atender às necessidades dos profissionais de saúde, simplificando processos e aumentando a produtividade, permitindo que médicos e administradores foquem no que realmente importa: o cuidado com os pacientes. 

Não se trata apenas de um sistema de gestão, mas de um parceiro estratégico na jornada rumo a uma clínica mais eficiente e bem-sucedida. Agende uma demonstração gratuita hoje mesmo e descubra como o Conclínica pode revolucionar a administração do seu consultório!


Médico confortando paciente com síndrome do jaleco branco.

O que é a Síndrome do Jaleco Branco? Entenda suas causas, sintomas, tratamento e 8 dicas para amenizar a ansiedade nos pacientes

Caracterizada pelo aumento temporário da pressão arterial em ambientes médicos devido à ansiedade, entender e saber lidar com a síndrome do jaleco branco é importante para o funcionamento de uma clínica ou consultório médico. Confira mais a seguir!

A síndrome do jaleco branco é um quadro no qual os pacientes experimentam um aumento temporário da pressão arterial quando estão em ambientes médicos, devido à ansiedade ou nervosismo. 

Compreender essa síndrome é essencial não apenas para os profissionais de saúde, mas também para os pacientes, pois pode afetar a precisão dos diagnósticos e o manejo adequado da pressão arterial. 

Neste artigo, exploraremos o que é a síndrome, seus sintomas, causas e os riscos associados a ela. Continue a leitura para descobrir mais sobre essa condição e como lidar com ela de forma eficaz na experiência do paciente. Boa leitura!

O que é a síndrome do jaleco branco

Também chamada de hipertensão do jaleco branco, é uma condição caracterizada pelo aumento temporário da pressão arterial quando uma pessoa está em um ambiente médico, como um consultório, devido à ansiedade ou nervosismo.

Esse fenômeno ocorre porque a presença de profissionais de saúde ou a situação de medição da pressão arterial pode provocar estresse, levando a uma elevação momentânea dos valores. Normalmente, a pressão arterial de uma pessoa com essa síndrome retorna ao normal quando medida em um ambiente mais relaxado. 

Pode dificultar o diagnóstico preciso da hipertensão na avaliação médica, uma vez que os valores registrados em consultórios médicos podem não refletir a pressão arterial habitual do paciente em seu cotidiano.

Leia também: O que é o Protocolo de Manchester? Entenda a importância desse sistema de classificação de risco, seu fluxograma e como implementar

Principais sintomas da síndrome do jaleco branco

Os principais sintomas da síndrome do jaleco branco incluem:

  • Elevação da pressão arterial: aumento temporário da pressão arterial durante a medição em ambientes médicos.
  • Ansiedade: sensação de nervosismo ou inquietação antes e durante a consulta médica.
  • Palpitações: aceleração dos batimentos cardíacos associada ao estresse.
  • Sudorese: transpiração excessiva devido à ansiedade.
  • Respiração acelerada: respiração rápida ou curta causada pela tensão.
  • Tremores: tremores nas mãos ou no corpo em resposta ao nervosismo.
  • Tontura: sensação de vertigem ou leveza na cabeça devido à ansiedade.
  • Tensão muscular: contração muscular ou rigidez provocada pelo estresse.
  • Náuseas: sensação de enjoo ou mal-estar estomacal.
  • Agitação e descontrole físico e emocional: comportamento inquieto e dificuldade de manter a calma.
  • Choros e gritos: reações emocionais intensas e difíceis de controlar em crianças.
  • Adiamento dos exames de rotina por medo: evitar ou postergar consultas médicas e exames devido a ansiedade ou medo.

Esses sintomas geralmente desaparecem quando a pessoa se encontra fora do ambiente médico e em uma situação mais relaxada.

Causas da síndrome do jaleco branco

As principais causas incluem:

Experiências negativas

Encontros passados com médicos ou procedimentos médicos que foram dolorosos, desconfortáveis ou traumáticos podem deixar uma impressão duradoura. 

Essas experiências negativas podem provocar uma resposta de ansiedade quando a pessoa retorna a um ambiente clínico, aumentando temporariamente a pressão arterial.

Relatos negativas sobre a medicina

Histórias e testemunhos de outras pessoas sobre experiências ruins em ambientes médicos podem criar uma percepção negativa da medicina e na relação médico-paciente.

Ouvir sobre diagnósticos errados, tratamentos dolorosos ou falta de empatia por parte dos profissionais de saúde pode aumentar a ansiedade de uma pessoa ao visitar um consultório.

Falha médica

Erros ou incidentes médicos, como diagnósticos incorretos, tratamentos inadequados ou procedimentos mal executados, podem gerar desconfiança e medo do ambiente clínico. 

A preocupação com a possibilidade de outra negligência médica pode aumentar o nível de estresse durante as consultas.

Medos relacionadas à infância

Experiências ou medos adquiridos durante a infância, como medo de injeções, agulhas ou visitas ao médico, podem persistir na vida adulta. Esses medos podem ser reativados em ambientes médicos, resultando em uma resposta de ansiedade elevada.

Dificuldade em abandonar vícios

A ansiedade associada à luta contra vícios, como tabagismo ou alcoolismo, pode intensificar a reação de estresse durante consultas médicas. 

O medo de ser julgado ou de enfrentar questões de saúde relacionadas ao vício pode aumentar a pressão arterial e a ansiedade no consultório.

Leia também: Receita branca: o que é, principais tipos e como preencher o documento

Como identificar a síndrome do jaleco branco?

Identificar a síndrome envolve observar o aumento da pressão arterial em ambientes médicos e comparar esses valores com medições feitas em casa ou em outros contextos relaxados. 

Pacientes podem usar monitores de pressão arterial domiciliares para registrar suas leituras ao longo de vários dias. Se a pressão arterial for consistentemente mais baixa fora do consultório médico, isso pode indicar a presença da síndrome. 

Além disso, relatar os sintomas pode ajudar a identificar essa condição. O médico também pode usar um monitor ambulatorial de pressão arterial, que mede a pressão arterial do paciente ao longo de 24 horas, para obter uma avaliação mais precisa.

Tratamento da síndrome do jaleco branco

O tratamento visa reduzir a ansiedade associada a ambientes médicos e pode incluir várias abordagens:

  • Terapia em grupo: participar de grupos de apoio pode ajudar a compartilhar experiências e estratégias para lidar com a ansiedade em contextos médicos.
  • Técnicas de relaxamento: práticas como respiração profunda, meditação e exercícios de relaxamento muscular progressivo podem ajudar a diminuir a ansiedade antes e durante as consultas médicas.
  • Locais diferenciados: atendimentos em ambientes que não lembram hospitais ou clínicas, como consultórios decorados de maneira mais acolhedora, podem ajudar a diminuir a ansiedade.
  • Companhia constante de pessoas: a presença de um amigo ou familiar durante a consulta pode proporcionar conforto e reduzir a ansiedade.
  • Diálogos não presenciais: manter uma comunicação aberta e frequente por telefone ou e-mail pode reduzir a ansiedade ao fornecer suporte contínuo sem a necessidade de visitas frequentes ao consultório.
  • Atendimentos presenciais mais descontraídos: consultas realizadas de forma mais informal e em um ambiente menos clínico podem ajudar a diminuir o estresse do paciente.

Leia também: Medicina preventiva: como implementar em clínicas e consultórios médicos?

8 dicas para amenizar a síndrome do jaleco branco em pacientes

Para amenizar a síndrome em pacientes, é importante implementar táticas que reduzam a ansiedade e tornem a experiência médica mais confortável. Aqui estão algumas dicas práticas:

1. Estabeleça um relacionamento de confiança

Médicos devem dedicar tempo para conversar com os pacientes, explicando procedimentos e respondendo a perguntas para construir um relacionamento de confiança.

2. Ambientes acolhedores

Criar um ambiente de consultório que seja mais acolhedor e menos clínico, com decoração e iluminação que promovam uma sensação de conforto.

3. Consultas via telefone ou internet

Ofereça a opção de consultas remotas e telemedicina, que podem ser menos estressantes para os pacientes.

4. Evitar jalecos brancos

Profissionais de saúde podem optar por vestimentas menos formais ou coloridas, que não lembrem o jaleco branco, para reduzir a ansiedade associada à presença do vestuário médico.

5. Comunicação contínua

Mantenha uma linha de comunicação aberta com os pacientes entre as consultas, seja por telefone, e-mail ou mensagens, para oferecer suporte contínuo e reduzir o medo de visitas futuras.

6. Exercícios físicos regulares

Incentive os pacientes a praticar atividades físicas regulares, que podem ajudar a reduzir a ansiedade geral.

7. Explique cada passo do atendimento

Detalhar o que será feito durante a consulta e os motivos para cada procedimento pode ajudar a reduzir o medo do desconhecido.

8. Flexibilidade nos horários

Ofereça horários de consulta flexíveis para evitar que os pacientes se sintam apressados ou estressados por questões de tempo.

Implementar essas dicas pode ajudar a reduzir a ansiedade dos pacientes e melhorar sua experiência durante consultas médicas, diminuindo os sintomas.

Riscos da síndrome do jaleco branco não tratada

A síndrome não tratada pode levar a vários riscos significativos para a saúde do paciente.

O aumento temporário da pressão arterial durante consultas médicas pode resultar em diagnósticos incorretos de hipertensão, levando a tratamentos desnecessários ou inadequados. Além disso, a ansiedade associada pode causar estresse contínuo, impactando negativamente a saúde mental e física. 

O medo de consultas médicas pode levar ao adiamento ou à evitação de cuidados preventivos e exames de rotina, resultando na detecção tardia de doenças. Em casos extremos, a falta de acompanhamento médico adequado pode agravar condições de saúde existentes, aumentando o risco de complicações graves.

Diante dos desafios enfrentados pelos profissionais de saúde na identificação e manejo da síndrome do jaleco branco, é fundamental contar com ferramentas eficazes que facilitem a gestão e o acompanhamento dos pacientes. 

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Com recursos avançados de agenda médica online, prontuário eletrônico, controle financeiro e relatórios gerenciais, permite aos profissionais de saúde oferecer um atendimento mais personalizado e eficiente aos pacientes, ao mesmo tempo em que simplifica os processos administrativos. 

Os profissionais de saúde podem melhorar a experiência do paciente, garantindo um ambiente mais acolhedor e reduzindo a ansiedade associada às consultas médicas.

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Médica preenchendo a DMED em um consultório, com laptop, papéis e estetoscópio sobre a mesa.

O que é a DMED? Descubra prazos, valores e como entregar a Declaração de Serviços Médicos e de Saúde

A DMED é uma declaração obrigatória para prestadores de serviços de saúde, fornecendo detalhes sobre os serviços prestados. Para mais informações, leia o artigo completo!

A Declaração de Serviços Médicos e de Saúde é um procedimento fiscal fundamental para prestadores de serviços na área da saúde no Brasil. 

Este documento, exigido anualmente pela Receita Federal, tem como objetivo principal registrar e detalhar os serviços prestados a pessoas físicas ao longo do ano fiscal.

Sua importância é incontestável, pois não apenas garante a transparência e a conformidade tributária, mas também permite à Receita Federal realizar cruzamentos de dados, assegurando que os valores declarados correspondam à realidade dos serviços prestados, assim como o Imposto de Renda para Médicos.

Neste artigo, você encontrará informações cruciais sobre prazos, valores e os requisitos necessários para a entrega da DMED. Se deseja entender melhor esse processo e garantir o cumprimento das obrigações fiscais de sua empresa na área da saúde, continue a leitura.

O que é a DMED

A Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED) é uma obrigatoriedade instituída pela Receita Federal do Brasil. 

Trata-se de um documento eletrônico no qual prestadores de serviços de saúde, como hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais liberais da área, devem informar anualmente os valores recebidos de pessoas físicas por serviços prestados.

Tem como objetivo combater a sonegação fiscal, permitindo à Receita Federal cruzar informações e verificar a veracidade dos dados declarados pelos contribuintes em suas declarações de imposto de renda.

Leia também: Como calcular o pró-labore? Entenda o que é, sua importância e como fazer uma gestão financeira eficiente na sua clínica ou consultório

Para que serve a DMED

Serve principalmente para:

Combater a sonegação fiscal

Permite à Receita Federal cruzar informações e verificar se os contribuintes estão declarando corretamente suas despesas médicas em suas declarações de imposto de renda.

Aumentar a transparência

Proporciona maior transparência nas transações entre prestadores de serviços de saúde e seus clientes, ajudando a assegurar que todos os pagamentos sejam devidamente registrados e tributados.

Facilitar a fiscalização

Simplifica o trabalho de fiscalização da Receita Federal, permitindo uma análise mais eficiente e precisa das declarações de imposto das pessoas físicas.

Reduzir fraudes

Dificulta a prática de fraudes fiscais, como a inserção de despesas médicas fictícias nas declarações de imposto para reduzir o valor do imposto devido.

Garantir equidade Fiscal

Ajuda a assegurar que todos os contribuintes estejam cumprindo suas obrigações fiscais de forma justa e equitativa.

Restituição do imposto de renda sobre serviços de saúde

Para aqueles que necessitam fazer a restituição do imposto relacionado aos serviços médicos, desempenha um papel fundamental ao fornecer os dados necessários para esse processo.

O que deve constar na DMED 2024?

Devem ser incluídas as seguintes informações:

  • Detalhes da declaração (identificador DMED): informações gerais sobre a declaração.
  • Registro do responsável pelo preenchimento (RESPO): dados do indivíduo responsável pelo preenchimento da declaração.
  • Registro de Dados do Titular do Plano (TOP): informações sobre o titular.
  • Informações do declarante pessoa jurídica (DECPJ): prestador de serviços de saúde ou da operadora do plano, conforme a Lei do Plano de Saúde.
  • Informações da operadora de Plano Privado de Saúde (OPPAS): detalhes específicos para operadoras de plano de saúde, se aplicável.
  • Referência de reembolso ao titular do plano (RTOP): reembolsos realizados ao titular do plano de saúde.
  • Registro de reembolso dos dependentes (RDTOP): reembolsos realizados aos dependentes do titular.
  • Informações dos dependentes do titular (DTOP): dados dos dependentes do titular do plano.
  • Informações do prestador de serviços de saúde (PSS): dados sobre os serviços de saúde prestados.
  • Dados do beneficiário dos serviços pagos (BRPPSS): informações sobre o beneficiário dos serviços de saúde pagos.
  • Registro do responsável pelo pagamento ao prestador de serviços de saúde (RPPSS): informações sobre quem efetuou o pagamento pelos serviços de saúde.
  • Registro de encerramento da declaração (FIMDMED): indicação do fim da declaração.
  • Tabela de relações de dependência: relação entre os titulares e seus dependentes no plano de saúde.

Como entregar a DMED?

Para preencher, deve-se:

  • Inserir as informações da declaração, validar os dados, salvar e transmitir o arquivo.
  • Ter um certificado digital válido (A1 ou A3) emitido por uma autoridade certificadora reconhecida pela Receita Federal.

Verificação e retificação:

  • Após o envio da declaração, checar se foi recebida e processada pela Receita Federal acessando o Extrato da DMED.
  • Se for necessário modificar ou corrigir informações, enviar uma declaração retificadora utilizando o mesmo programa.
  • Para anular o documento enviado, é preciso submeter uma declaração de exclusão pelo mesmo software gerador, incluindo apenas os dados cadastrais do declarante e o número de identificação da declaração a ser excluída.

Leia também: Receita Branca: o que é, medicamentos e como preencher

Prazos de entrega da DMED

É importante ressaltar que, embora o prazo final para a apresentação de 2024 tenha sido até o último dia útil de fevereiro, ou seja, 29 de fevereiro de 2024, a entrega ocorreu dentro do prazo estabelecido pela Receita Federal, garantindo assim a conformidade com as obrigações fiscais relacionadas aos serviços de saúde prestados durante o ano de 2023. 

É essencial estar atento às datas divulgadas pela Receita Federal para evitar atrasos e possíveis penalidades no futuro. Além disso, é importante considerar que os prazos contábeis para análise, preparação e transmissão dos dados podem variar de acordo com as políticas internas de cada empresa.

Quem está obrigado a entregar a DMED?

As seguintes pessoas jurídicas ou equiparadas estão obrigadas a declarar:

Prestadores de serviços de saúde

  • Psicólogos: profissionais que oferecem serviços terapêuticos para problemas emocionais e mentais.
  • Fisioterapeutas: especialistas em fisioterapia, auxiliam na recuperação e manutenção da mobilidade física.
  • Terapeutas ocupacionais: utilizam atividades terapêuticas para desenvolver habilidades necessárias à vida diária e ao trabalho.
  • Fonoaudiólogos: especializados em distúrbios da comunicação, tratam problemas de fala e audição.
  • Dentistas: oferecem diagnóstico, tratamento e prevenção de doenças bucais.
  • Hospitais: prestam serviços médicos, cirúrgicos e de emergência a pacientes internados e ambulatoriais.
  • Laboratórios: realizam exames e testes diagnósticos, como análises clínicas e de imagem.
  • Serviços de próteses ortopédicas e dentárias: fabricam e ajustam próteses para apoio ou substituição de estruturas danificadas.
  • Serviços radiológicos: realizam exames de imagem para diagnóstico médico.
  • Clínicas médicas: oferecem serviços especializados em diversas áreas médicas.
  • Estabelecimentos geriátricos: instituições que prestam cuidados hospitalares a idosos.
  • Entidades de ensino para deficientes: fornecem educação especializada para pessoas com deficiências físicas ou mentais.

Operadoras de planos privados de assistência à saúde

As operadoras de planos de saúde privados são entidades jurídicas autorizadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) a fornecer planos privados de saúde. 

Elas operam sob modalidades de sociedade civil ou comercial, administradoras de benefícios, cooperativas ou entidades de autogestão. Essas operadoras devem fornecer informações detalhadas sobre os titulares e dependentes dos planos, incluindo dados de pagamento e reembolsos. 

No entanto, essa exigência não se aplica aos beneficiários de planos coletivos empresariais com vínculo empregatício.

Leia também: Quanto cobrar pela consulta médica? Estratégias e dicas para definir seu valor

Quem está dispensado de entregar DMED?

Estão isentos da obrigação de apresentar as empresas que não apresentaram movimentação durante o período fiscal, empresas que não atuam na área de medicina ou serviços relacionados à saúde e empresas que prestam serviços de saúde apenas para outras empresas, não para pessoas físicas.

Penalidades por atraso ou não entrega da DMED

As penalidades por atraso ou não entrega incluem multas que oscilam entre R$ 500 e R$ 1.500 por mês ou fração de atraso, dependendo das circunstâncias. 

O valor mínimo é destinado a empresas iniciantes ou que, na última declaração, pagaram impostos pelo Simples Nacional ou lucro presumido. O valor máximo é para todas as outras empresas.

Além disso, há penalidades por desobedecer à intimação da Receita Federal para apresentar a declaração, bem como por submeter a declaração com dados imprecisos, incompletos ou omitidos.

Portanto, a DMED é uma ferramenta indispensável para garantir a conformidade fiscal e a transparência nas operações dos prestadores de serviços de saúde. 

Seu preenchimento correto e dentro do prazo é crucial para evitar penalidades e manter a regularidade fiscal da sua clínica ou consultório médico. 

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Com recursos intuitivos, oferece funcionalidades que facilitam o controle financeiro, a agenda médica e relatórios gerenciais, proporcionando tranquilidade e eficiência na administração do seu estabelecimento de saúde. 

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Médico no seu consultório com uma calculadora, notebook e celular na mesa, aprendendo a como calcular o pró-labore médico.

Como calcular o pró-labore? Entenda o que é, sua importância e como fazer uma gestão financeira eficiente na sua clínica ou consultório

O cálculo do pró-labore, considerando o valor justo pelo trabalho dos sócios, é fundamental para garantir uma remuneração adequada. Isso não só reconhece o esforço e a contribuição para o sucesso da clínica, mas também assegura a conformidade fiscal do negócio. Veja mais a seguir!

O pró-labore, uma remuneração destinada aos sócios ou proprietários, não apenas representa uma compensação pelo trabalho desempenhado, mas também é um elemento essencial na sustentabilidade e no crescimento desses estabelecimentos de saúde. 

Sua correta definição não apenas recompensa os esforços dos sócios, mas também contribui para a saúde financeira da clínica ou consultório, influenciando diretamente no atendimento de qualidade e na experiência do paciente.

Neste artigo, exploraremos mais o significado, sua relevância no contexto da gestão financeira de estabelecimentos médicos e como sua implementação pode impactar positivamente o sucesso desses negócios. Confira!

O que é pró-labore médico

É a remuneração paga aos sócios ou proprietários de uma clínica, ou consultório médico pelo trabalho que desempenham na empresa. Ao contrário dos salários de empregados e do lucro, não inclui benefícios trabalhistas como 13º salário, férias remuneradas, ou FGTS, e é destinado a compensar o trabalho administrativo, gerencial e técnico dos sócios.

De acordo com o artigo 152 da Lei 6.404 de 1976, conhecida como Lei das Sociedades Anônimas, não há um valor pré-determinado para o pró-labore; cabe aos proprietários ou sócios da empresa defini-lo. No entanto, esse valor não pode ser inferior ao salário mínimo vigente. 

O cálculo é importante para garantir a justiça na remuneração dos sócios, refletindo seu trabalho e responsabilidades. Ele facilita a gestão financeira, permitindo um planejamento orçamentário preciso e transparente. Além disso, atende às exigências fiscais, evitando problemas com o fisco, e contribui para a motivação e retenção dos sócios. 

Leia também: Orçamento anual para clínicas: como planejar?

O pró-labore é obrigatório?

É indispensável registrar o pró-labore. Segundo as normas trabalhistas brasileiras, todas as formas de pagamento devem ser adequadamente registradas e informadas ao Ministério do Trabalho e à Receita Federal. 

O pagamento do pró-labore, obrigatório por lei, precisa ser documentado na Guia de Recolhimento do FGTS e Informações à Previdência Social (GFIP) e na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS). Além disso, precisa ser anotado no Livro de Registro de Empregados ou em um documento equivalente.

O descumprimento dessa exigência pode resultar em discussões legais e multas. Assim, é essencial que os gestores e proprietários de consultórios e clínicas médicas estejam bem informados sobre suas obrigações contábeis e trabalhistas referentes.

Leia também: Como fazer um controle de caixa na sua clínica ou consultório? Confiram 6 dicas práticas

Como fazer o cálculo pró-labore?

Para calcular, siga estes passos:

  • Definição do valor base: determine o valor base que deve refletir a responsabilidade e o trabalho do sócio na clínica. 
  • Avaliação das finanças da clínica: analise as receitas e despesas da clínica para garantir que seja sustentável sem comprometer a saúde financeira do negócio.
  • Consideração das atividades: avalie o tempo e as funções desempenhadas pelo sócio, diferenciando entre atividades administrativas, gerenciais e técnicas. Deve ser proporcional ao trabalho realizado.
  • Ajustes periódicos: revise e ajuste regularmente, levando em conta a inflação, mudanças no mercado e a situação financeira da clínica.

Impostos a serem pagos

Os sócios que recebem pró-labore precisam pagar alguns impostos e contribuições. Os principais são:

Impostos a serem pagos pelos sócios

  • INSS (Instituto Nacional do Seguro Social): os sócios devem contribuir com 11% sobre o valor.
  • Imposto de Renda (IRPF): está sujeito à tabela progressiva do Imposto de Renda, com alíquotas podendo chegar a 27,5%, dependendo do valor recebido.

Leia também: Guia Completo de Imposto de Renda Médico 2024!

Além dos impostos acima, a empresa também tem obrigações tributárias a cumprir. Alguns dos principais incluem:

Impostos a serem pagos pela empresa:

  • Para empresas enquadradas no Lucro Presumido, há um ônus correspondente a Encargos Sociais de 20% sobre o montante do Pró-Labore.
  • Já para empresas optantes do Simples Nacional, não há incidência de contribuição patronal, significando ausência de custos para a empresa.

Esses impostos são essenciais para o cumprimento das obrigações fiscais e a manutenção da regularidade da clínica e de seus sócios perante a legislação.

Como declarar o pró-labore no IRPF?

Para declarar, você deve acessar o programa da Receita Federal e incluir os valores recebidos na ficha "Rendimentos Tributáveis Recebidos de Pessoa Jurídica". 

Informe o CNPJ da empresa pagadora, o valor total recebido durante o ano-calendário e os descontos previdenciários e de imposto de renda retidos na fonte, se houver. Certifique-se de que as informações estejam em conformidade com os comprovantes fornecidos pela empresa e mantenha a documentação para eventual comprovação perante a Receita Federal.

Quando retirar pró-labore?

Retirar deve ser uma prática regular e bem planejada, considerando os seguintes aspectos:

  • Periodicidade: estabeleça uma frequência regular para a retirada, como mensalmente ou quinzenalmente, de forma semelhante ao pagamento de salários aos funcionários. 
  • Saúde financeira da empresa: antes de efetuar a retirada, certifique-se de que a clínica possui controle de caixa suficiente para cobrir todas as despesas operacionais e emergenciais. 
  • Desempenho da clínica: em períodos de alta lucratividade, considere aumentar ou oferecer valores adicionais. Em momentos de dificuldade, ajuste o valor do pró-labore para garantir a estabilidade financeira da empresa.
  • Acordo entre sócios: se houver mais de um sócio, é essencial que o valor e a periodicidade sejam acordados entre todos, garantindo justiça e transparência na distribuição dos recursos.
  • Conformidade tributária: certifique-se de que os impostos, como INSS e IR, sejam recolhidos corretamente para evitar problemas com o fisco.

Relação entre pagamento de plano de saúde por parte da empresa e pró-labore

A relação entre a cobertura do plano de saúde pela empresa e o pró-labore é, principalmente, uma seleção estratégica e contábil. 

A empresa possui a alternativa de registrar os custos do plano de saúde como despesas empresariais ou deduzi-los dos sócios. Essa determinação influencia diretamente na possibilidade de deduzir esses custos no Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF). 

Quando os custos são subtraídos, torna-se viável deduzi-los no IRPF, desde que estejam dentro do limite do pró-labore. Esse método proporciona uma forma de diminuir a carga tributária dos sócios, promovendo uma gestão financeira mais eficaz. 

No entanto, é essencial manter a consistência nos pagamentos e possuir a documentação apropriada para evitar complicações com as autoridades fiscais. 

Essa correlação ilustra a complexidade das decisões financeiras e contábeis enfrentadas pelas empresas e destaca a importância de ter o respaldo de uma assessoria contábil competente para orientar essas decisões.

Leia também: Saiba quais são os tipos de tributação para estabelecimentos médicos

Benefícios da contabilidade para médicos

A contabilidade oferece diversos benefícios para médicos, tais como:

  • Controle financeiro: permite uma gestão eficiente das finanças pessoais e da clínica, auxiliando na análise de receitas, despesas e lucros.
  • Tomada de decisão: fornece informações financeiras precisas para embasar decisões estratégicas, como investimentos, contratações e expansão da clínica.
  • Conformidade legal: assegura o cumprimento das obrigações contábeis e fiscais, evitando multas e problemas com o fisco.
  • Análise de rentabilidade: permite avaliar a rentabilidade de diferentes serviços médicos, identificando aqueles mais lucrativos e auxiliando na definição de preços.
  • Gestão de custos: auxilia na identificação e controle de custos operacionais, contribuindo para a eficiência financeira da clínica.
  • Monitoramento de performance: facilita o acompanhamento do desempenho financeiro ao longo do tempo, identificando tendências e oportunidades de melhoria.

Como fazer uma gestão financeira eficiente da sua clínica ou consultório?

Para uma gestão financeira eficiente do consultório ou clínica médica, é essencial estabelecer um planejamento financeiro. Além disso, é importante controlar rigorosamente as receitas e despesas, elaborar um orçamento detalhado e negociar custos com fornecedores. 

Outro ponto importante é analisar a rentabilidade dos serviços oferecidos e investir em tecnologia para automatizar processos. Planejar estrategicamente a carga tributária e manter uma reserva financeira para emergências também são práticas fundamentais. 

Por fim, realizar uma gestão proativa do fluxo de caixa completa esse conjunto de medidas, contribuindo para garantir a sustentabilidade financeira e o crescimento do negócio.

Em um mercado tão dinâmico como o da saúde, onde a eficiência operacional e a gestão financeira são importantes para o sucesso, contar com uma solução de software confiável é fundamental. 

O Conclínica é a resposta para as necessidades de um software para gestão de clínicas e consultórios médicos. Com recursos avançados de controle financeiro, agendamento de pacientes e prontuário eletrônico integrado, simplifica e otimiza as operações diárias, permitindo que os profissionais médicos foquem no que realmente importa: o cuidado com seus pacientes.

Para descobrir o preço justo do seu atendimento, experimente a calculadora de preço de consulta médica do Conclínica.

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Consulta médica com receita branca: Estetoscópio e caneta sobre um recibo médico branco, com data, hora e nome do paciente.

O que é receita branca? Conheça os principais tipos de prescrições médicas, medicamentos e como preencher o documento

A receita branca é frequentemente utilizada para Medicamentos Isentos de Prescrição (MPIs), que são dispensáveis sem receita, porém são sugeridos pelo médico para assegurar o uso apropriado. Confira os diferentes tipos!

A receita branca, um documento emitido por profissionais de saúde, desempenha um papel essencial no tratamento médico. Essa forma de prescrição médica não apenas direciona a obtenção de medicamentos, mas também garante a segurança e a eficácia do tratamento. Dentre os tipos de receita branca, destacam-se a simples e a de controle especial, cada uma com suas particularidades e restrições.

Assim, compreender as diferenças entre esses tipos de prescrição é fundamental para garantir o acesso adequado aos medicamentos necessários. Além disso, existem outros formatos de prescrição que podem ser explorados.

Neste artigo, vamos conhecer as diferenças entre a receita branca simples e a de controle especial, assim como outros tipos de prescrição que podem ser encontrados. Além disso, discutiremos os principais medicamentos associados a esses tipos de receita, ressaltando sua importância terapêutica e os cuidados necessários ao utilizá-los, bem como o prazo de validade e as orientações para sua renovação. Boa leitura!

O que é receita branca?

A receita branca comum é um documento médico utilizado para a aquisição de medicamentos que não estão sujeitos a controle rigoroso pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária - Anvisa. 

Ela abrange tanto os remédios de venda livre quanto aqueles que exigem prescrição médica, indicados pela presença da tarja vermelha. 

Ao contrário da receita controlada, a branca comum pode ser emitida em apenas uma via, pois não requer retenção na farmácia. Seu propósito principal é fornecer orientações ao paciente sobre o uso adequado do medicamento, incluindo posologia e horários de administração, visando garantir a eficácia do tratamento.

Leia também: Receita de remédio: Leis e regras de como você deve prescrever

Diferenças entre receita branca simples e receita branca de controle especial

A receita branca simples é utilizada para medicamentos comuns, incluindo os isentos de prescrição e aqueles com tarja vermelha, e pode ser emitida em apenas uma via. 

Por outro lado, a receita branca de controle especial é destinada a medicamentos com substâncias sujeitas a controle rigoroso pela Anvisa, exigindo duas vias, sendo uma retida na farmácia, e é utilizada para medicamentos psicotrópicos, imunossupressores, entorpecentes e outros de uso controlado.

Sendo assim, foram criados três grupos distintos, diferenciados tanto pela cor quanto pelos tipos de medicamentos prescritos. 

A Receita Amarela, conhecida como tipo A, é destinada aos medicamentos entorpecentes e psicotrópicos. A Receita Azul, tipo B, é reservada para os psicotrópicos. Já a Receita Branca, tipo C, é utilizada para prescrever antirretrovirais, retinoides, imunossupressores e medicamentos para tratamento de doenças degenerativas.

Veja a seguir os detalhes de cada categoria da receita branca tipo C:

Receita C1 branca

Ela é geralmente utilizada para prescrever medicamentos controlados ou substâncias sujeitas a regulamentação específica. 

A categoria C1 indica que são medicamentos controlados com um certo nível de restrição, frequentemente usados para epilepsia, Parkinson, depressão e outras condições mentais. Eles exigem uma prescrição médica válida para serem adquiridos em farmácias devido ao fato de serem remédios controlados.

Receita C2 branca

É um documento necessário para adquirir medicamentos retinóides sistêmicos, comum no tratamento da acne severa. Esses remédios são classificados como C2 devido ao seu risco de causar malformações em fetos. 

O controle sobre esses medicamentos é rigoroso, dessa forma, a prescrição é feita em duas vias, com uma retida na farmácia no momento da compra. Além disso, o paciente deve assinar um termo de consentimento, reconhecendo os riscos associados ao uso durante a gravidez.

Receita C3 branca

Uma receita médica branca C3 é destinada exclusivamente à prescrição da talidomida, um medicamento utilizado no tratamento de condições como hanseníase, lúpus eritematoso, mieloma múltiplo e outras doenças raras. 

A talidomida é classificada como C3 devido aos seus potenciais efeitos teratogênicos, que podem resultar em malformações graves em fetos durante a gravidez. O controle sobre a talidomida é rigoroso; sua prescrição requer medidas adicionais de segurança, como autorização especial e monitoramento cuidadoso de cada paciente que a utiliza.

Leia também: O que é encaminhamento médico? Entenda a importância, protocolos e como otimizar o documento

Receita C4 branca

É essencial para a prescrição e acesso aos antirretrovirais, utilizados no tratamento de condições como AIDS, hepatites B e C. 

Esses medicamentos controlados são fundamentais para inibir a replicação do HIV no organismo e fortalecer o sistema imunológico. 

O controle sobre a prescrição dos antirretrovirais é rigoroso, seguindo normas especiais para garantir o envio e tratamento adequados aos pacientes, especialmente considerando sua distribuição gratuita via SUS desde a década de 90.

Receita C5 branca

Exigida para a compra de esteroides anabolizantes, que são utilizados principalmente para reposição de testosterona em casos de deficiência hormonal, como no envelhecimento. 

No entanto, seu uso inadequado pode resultar em uma série de efeitos colaterais adversos, incluindo aumento na agressividade, acne severa e tumores. O controle sobre a prescrição e aquisição desses medicamentos é rigoroso, com normas específicas estabelecidas pela Anvisa para evitar seu uso indevido.

Outros tipos de prescrição médica

Receituário B ou Receita azul

Uma receita médica azul é necessária para prescrever medicamentos entorpecentes e psicotrópicos, como os utilizados no tratamento de transtornos como ansiedade e depressão.

Emitida em duas vias, uma azul retida na farmácia e outra branca entregue ao paciente, ela é padronizada e possui numeração única. Para obtê-la, o médico deve solicitar autorização à Secretaria de Saúde para a impressão, sendo possível prescrever apenas um medicamento por receita, com validade de dois meses.

Receituário A ou Receita Amarela

Uma receita médica amarela é necessária para prescrever medicamentos entorpecentes e alguns psicotrópicos, destinados ao tratamento de condições graves e crônicas, como dores intensas e epilepsia. Controlada pela Secretaria de Saúde, essa receita é emitida em duas vias, com uma retida pela farmácia e outra devolvida ao paciente. Admite-se a prescrição de apenas um medicamento por receita, com validade de um mês para dispensação. 

Leia também: Como preencher a história patológica pregressa na anamnese?

Medicamentos com receita branca

Medicamentos com receita branca, também conhecidos como Medicamentos Isentos de Prescrição (MIP), são indicados para o tratamento de condições não graves e com evolução lenta, oferecendo baixo risco ao paciente. 

Entre os 10 principais exemplos estão:

  • Paracetamol: utilizado para alívio da dor e febre;
  • Dipirona: analgésico e antitérmico;
  • Ácido acetilsalicílico: com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias;
  • Ibuprofeno: indicado para dores leves e inflamações;
  • Loratadina: antialérgico;
  • Diclofenaco sódico: utilizado para dores musculares e articulares;
  • Naproxeno: com propriedades analgésicas e anti-inflamatórias;
  • Bromidrato de dextrometorfano: antitussígeno;
  • Bisacodil: laxante;
  • Carbocisteína: indicada para o tratamento da tosse produtiva. 

Esses medicamentos são de fácil acesso e utilização, mas é importante seguir as orientações do farmacêutico ou profissional de saúde.

Medicamentos com receita branca de controle especial

Medicamentos com receita branca de controle especial geralmente são aqueles que possuem substâncias controladas ou que requerem uma prescrição médica mais restrita devido aos riscos de uso inadequado ou abuso. 

Aqui estão alguns exemplos comuns:

  • Anabolizantes: aumentam a massa muscular, mas têm riscos de uso abusivo.
  • Antirretrovirais: tratam HIV/AIDS, essenciais com prescrição.
  • Antidepressivos: combatem transtornos de humor.
  • Ansiolíticos: aliviam ansiedade, mas podem causar dependência.
  • Anticonvulsivantes: controlam convulsões, uso rigorosamente controlado.
  • Antiparkinsonianos: gerenciam sintomas do Parkinson, prescrição essencial.

Como preencher a receita branca?

Preencher uma receita branca de controle especial requer atenção aos detalhes para garantir que todas as informações necessárias estejam corretas. 

Algumas etapas básicas sobre como preencher uma receita branca incluem:

  • Identificação do médico: inclua o nome completo, o número do registro no Conselho Regional de Medicina (CRM), o endereço e o telefone do médico que está prescrevendo o medicamento.
  • Identificação do paciente: escreva o nome completo do paciente para quem a receita está sendo prescrita. Também é importante incluir a data de nascimento para evitar erros.
  • Informações sobre o medicamento: escreva o nome do medicamento prescrito de forma clara e legível. Inclua a dose (em miligramas ou unidades), a forma farmacêutica (comprimido, cápsula, solução oral, etc.) e a posologia (como tomar o medicamento - por exemplo, 1 comprimido de 8 em 8 horas).
  • Quantidade: indique a quantidade de medicamento a ser dispensada, tanto em texto (por extenso) quanto em números.
  • Assinatura do médico: o médico deve assinar a receita de forma legível. Isso confirma que a prescrição foi feita por um profissional habilitado.
  • Data da prescrição: inclua a data em que a receita foi emitida. Isso é importante para garantir que a prescrição esteja dentro do prazo de validade determinado pelas regulamentações locais.

Leia também: Modelo de Atestado Médico: Como fazer, tipos e o que precisa ter

Prazo de validade da receita branca

O prazo de validade da receita branca varia conforme a classificação da substância. 

Para as receitas C1 e C2, é de 30 dias a partir da data de emissão. Por outro lado, as receitas C4 e C5 têm validade estabelecida pelo médico, podendo variar de 30 a 180 dias, conforme sua determinação.

Como renovar uma receita branca?

Para renovar uma receita branca, geralmente é necessário consultar um médico para obter uma nova prescrição. O médico pode revisar seu histórico médico, avaliar sua condição atual e prescrever os medicamentos necessários. Uma vez que você tenha a nova prescrição, você pode levá-la a uma farmácia para adquirir os medicamentos conforme orientado pelo médico.

Em alguns casos específicos, dependendo da legislação local e das políticas da instituição de saúde, pode ser possível renovar a receita sem uma nova consulta médica, através de serviços de telemedicina ou programas de acompanhamento médico contínuo. 

Portanto, a receita branca é mais do que apenas um pedaço de papel. Compreender as nuances entre os diferentes tipos de prescrição, é essencial para garantir um tratamento adequado.

Conheça o Conclínica!

Para facilitar ainda mais o processo de gestão de clínicas e consultórios médicos, o Conclínica se apresenta como um software para gestão de clínicas.

Com recursos projetados especificamente para atender às necessidades de profissionais de saúde, o Conclínica simplifica o agendamento online de consultas, o sistema de prontuário eletrônico, laudos e exames e muito mais. 

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Imagem de healthtech com silhuetas humanas e ícones de saúde sobre um laptop e tela digital.

O que é Healthtech? Descubra as áreas de atuação, tipos de produtos e a importância da tecnologia para a saúde

Empresas Healthtechs unem tecnologia e saúde para inovar. Compreender seu funcionamento é a chave para perceber como transformam cuidados de saúde, ampliando eficiência e qualidade. Saiba mais!

Healthtech é uma fusão de health (saúde) e technology (tecnologia), representando empresas que combinam a tecnologia na saúde para oferecer soluções revolucionárias. Essas empresas estão preparadas para transformar o setor da saúde, introduzindo uma variedade de tecnologias e soluções digitais que estão redefinindo a forma como os cuidados de saúde são entregues e recebidos.

Seu objetivo é unir saúde e tecnologia para impulsionar avanços significativos na assistência médica. Por meio da aplicação de tecnologias inovadoras, estão capacitando pacientes, profissionais de saúde e instituições a enfrentarem os desafios de saúde de forma mais eficaz e eficiente.

Neste artigo, exploraremos em detalhes o que é uma Healthtech, sua importância, examinando seus tipos e áreas de atuação e o que pode oferecer para o setor da saúde. Confira!

O que é uma Healthtech

Uma Healthtech é uma empresa que aplica inovações tecnológicas para melhorar a prestação de serviços de saúde. 

Essas empresas atuam em diferentes áreas da saúde, incluindo modernização de clínicas e hospitais, gestão de saúde pública, desenvolvimento de consultórios médicos inteligentes e avanços em tecnologias para resultados de exames online, sejam eles clínicos ou laboratoriais.

Utilizando tecnologias como inteligência artificial, big data e telemedicina, essas empresas desenvolvem soluções para diagnóstico, tratamento, monitoramento e gestão de sistemas de saúde. 

Veja também: O setor clínico no Brasil: um estudo sobre os desafios e necessidades de médicos e gestores

Importância das Healthtechs para a saúde

São vitais para a modernização da saúde, oferecendo amplos benefícios. Elas melhoram o acesso aos serviços médicos, especialmente em áreas remotas, através da telemedicina. Além disso, reduzem custos e aumentam a eficiência com a automação de processos administrativos e clínicos. 

Além de promover o engajamento dos pacientes no gerenciamento de sua saúde por meio de aplicativos, essas empresas implementam e modernizam a gestão clínica, os tratamentos e a experiência do paciente. 

As ferramentas desenvolvidas são fundamentais para fortalecer a relação médico-paciente, permitindo uma comunicação mais eficaz e personalizada. Além disso, em tempos de superlotação hospitalar e crise de saúde pública, essas soluções viabilizam a continuidade dos tratamentos, possibilitando monitoramento remoto e consultas virtuais, garantindo acesso aos cuidados de saúde necessários.

9 tipos de produtos de Healthtech

Os produtos abrangem uma ampla variedade de tecnologias inovadoras que visam melhorar a saúde, bem-estar e uma transformação digital no consultório médico. Aqui estão alguns dos principais tipos:

1. Vacinas

Desenvolvimento e produção de vacinas utilizando tecnologias avançadas para prevenir uma variedade de doenças, contribuindo para a saúde pública e o controle de epidemias.

2. Microcâmeras

Pequenos dispositivos de imagem utilizados em procedimentos médicos minimamente invasivos para visualização interna do corpo humano, permitindo diagnósticos precisos e intervenções cirúrgicas menos invasivas.

3. Aparelhos para cirurgias virtuais ou robóticas

Equipamentos e sistemas que permitem cirurgias assistidas por computador ou realizadas por robôs, aumentando a precisão, reduzindo o tempo de recuperação e melhorando os resultados cirúrgicos.

4. Impressão de órgãos em 3D

Tecnologia que possibilita a criação de órgãos humanos tridimensionais através da impressão em 3D, oferecendo novas possibilidades no campo do transplante de órgãos e da medicina regenerativa.

5. Aplicativos de alimentação

Aplicativos móveis que fornecem informações sobre nutrição, planejamento de refeições, contagem de calorias, receitas saudáveis ​​e acompanhamento do consumo alimentar, promovendo hábitos alimentares mais saudáveis.

6. Aplicativos de saúde

Aplicativos que oferecem monitoramento de saúde pessoal, lembretes de medicamentos, registro de sintomas, acesso a informações médicas e agendamento online, facilitando o autocuidado e a comunicação com profissionais de saúde.

7. Aplicativos de bem-estar

Aplicativos que oferecem recursos para gerenciamento do estresse, prática de meditação, exercícios físicos, acompanhamento do sono e promoção do bem-estar mental e emocional.

8. E-commerces de medicamentos

Plataformas online que permitem a compra conveniente de medicamentos e produtos de saúde, oferecendo entrega rápida e opções de reabastecimento automático de receitas médicas.

9. Plataformas de teleconsultas e de telediagnósticos

Plataformas digitais que permitem consultas médicas virtuais e diagnósticos remotos, facilitando o acesso a cuidados de saúde, especialmente em áreas remotas ou durante emergências.

Veja também: O que é IoT na medicina? Entenda o que significa, seus benefícios e como aplicar na sua clínica ou consultório

Principais áreas de atuação de uma Healthtech

Essas empresas têm diversas atividades dentro do setor da saúde, concentrando-se em diversas áreas principais:

  • Diagnóstico e prevenção: desenvolvimento de tecnologias para diagnóstico precoce de doenças, rastreamento de condições de saúde e medicina preventiva por meio de soluções como dispositivos de monitoramento de saúde e aplicativos de saúde.
  • Gestão e eficiência: oferta de sistemas de gestão hospitalar, softwares de prontuário eletrônico de pacientes, prescrição digital, ferramentas de análise de dados e outras tecnologias para melhorar a eficiência operacional, a gestão de recursos e a tomada de decisões nas instituições de saúde.
  • Tratamento e terapia: desenvolvimento de medicamentos inovadores, dispositivos médicos avançados, terapias digitais e outras soluções para melhorar os tratamentos, oferecer opções terapêuticas personalizadas e avançar no cuidado médico.

O que a Healthtech pode oferecer para o setor da saúde? 

Oferecem uma variedade de soluções inovadoras e tecnológicas para o setor da saúde, incluindo:

Big Data e inteligência artificial

Utilizam Big Data e inteligência artificial para analisar grandes volumes de dados clínicos e epidemiológicos, permitindo identificar padrões e tendências de saúde. 

Isso ajuda a prever surtos de doenças, personalizar tratamentos e melhorar a precisão dos diagnósticos. Algoritmos de IA também assistem na interpretação de exames e na tomada de decisões médicas, aumentando a eficiência e a eficácia do atendimento.

Reconhecimento de sons

Tecnologias de reconhecimento de sons podem detectar doenças respiratórias analisando sons da respiração, tosse e outros sinais auditivos. 

Essas ferramentas são úteis para diagnósticos remotos e monitoramento contínuo de condições crônicas. Elas permitem intervenções precoces e melhoram o acompanhamento de pacientes com problemas respiratórios.

Exames avançados por imagem

Oferecem exames avançados por imagem, como ressonância magnética e tomografia computadorizada, aprimorados com inteligência artificial para uma análise mais precisa.

Essas tecnologias ajudam na detecção precoce de doenças e na avaliação detalhada de condições médicas, melhorando a acurácia dos diagnósticos e facilitando tratamentos mais eficazes.

Triagem

A partir do Protocolo de Manchester, é possível implementar sistemas de triagem automatizada que utilizam inteligência artificial para classificar pacientes de acordo com a urgência dos sintomas. 

Isso otimiza o fluxo de atendimento em emergências e clínicas, garantindo que os casos mais críticos sejam atendidos primeiro. Chatbots médicos também podem realizar pré-avaliações, coletando informações iniciais dos pacientes.

Telemedicina

As plataformas de telemedicina oferecidas permitem consultas médicas remotas via videochamadas, ampliando o acesso ao atendimento de saúde, especialmente em áreas remotas ou durante crises de saúde pública. 

Além disso, essas plataformas possibilitam o monitoramento contínuo de pacientes, permitindo ajustes de tratamento em tempo real e um acompanhamento mais próximo.

Atendimento humanizado

Para promover um atendimento humanizado, desenvolvem aplicativos de suporte ao paciente que fornecem lembretes de medicação, instruções pós-consulta e acesso a informações de saúde personalizadas. 

Ferramentas de comunicação avançadas melhoram a interação entre pacientes e profissionais de saúde, assegurando que os pacientes se sintam ouvidos e recebam um cuidado empático e personalizado.

Leia também: O que diz a lei do plano de saúde? Conheça as regras, coberturas obrigatórias e como vincular uma clínica

Como o software de gestão médica revoluciona a tecnologia na saúde?

O software de gestão médica revoluciona a tecnologia na saúde de várias maneiras:

  • Centralização de dados: permite a integração de informações de pacientes, agendamentos, registros médicos e faturamento médico em um único sistema, facilitando o acesso e a atualização dos dados por profissionais de saúde.
  • Otimização de processos: automatiza tarefas administrativas, como agendamento de consultas, emissão de receitas e faturamento, reduzindo erros e aumentando a eficiência operacional das clínicas e hospitais.
  • Melhoria na tomada de decisões: fornece análises e relatórios baseados em dados, permitindo que gestores e profissionais de saúde tomem decisões informadas para melhorar a qualidade do atendimento.
  • Segurança e conformidade: garante a segurança e a conformidade com regulamentações, como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), protegendo a privacidade e a confidencialidade das informações dos pacientes.
  • Experiência do paciente: facilita o agendamento online, o acesso a resultados de exames e o acompanhamento remoto da saúde, proporcionando uma experiência do paciente mais conveniente e personalizada para os pacientes.

Conheça o Conclínica!

À medida que as Healthtechs continuam a revolucionar o setor da saúde com suas soluções inovadoras, é evidente que a tecnologia desempenha um papel fundamental na melhoria dos cuidados médicos. No entanto, para aproveitar ao máximo essas tecnologias e garantir uma gestão eficiente e integrada das clínicas e hospitais, é essencial contar com um software de gestão confiável e abrangente.

Nesse sentido, o software para clínicas Conclínica surge como uma solução completa e personalizável para a gestão de clínicas, oferecendo recursos avançados para agendamento de consultas, sistema de prontuário eletrônico de pacientes, faturamento TISS, controle de estoque e muito mais. 

Com uma interface intuitiva e funcionalidades adaptáveis às necessidades de cada instituição de saúde, nosso software simplifica as operações diárias, otimiza o fluxo de trabalho e melhora a experiência tanto para os profissionais de saúde quanto para os pacientes.

Não deixe sua clínica ou consultório médico ficar para trás na era da tecnologia. Experimente o Conclínica hoje mesmo e descubra como nossa solução de software pode impulsionar a sua clínica ou consultório!


Assinatura de contrato seguindo a lei do plano de saúde, com balança e martelo jurídico ao fundo.

O que diz a lei do plano de saúde? Conheça as regras, coberturas obrigatórias e como vincular uma clínica

A lei do plano de saúde estabelece diretrizes para garantir a qualidade e a equidade nos serviços de saúde. Dessa forma, é importante compreender seu funcionamento para assegurar o atendimento dos pacientes e o bom funcionamento da clínica ou consultório. Saiba mais!

A compreensão da lei do plano de saúde é fundamental para clínicas e consultórios médicos, pois influencia diretamente na prestação de serviços e na experiência dos pacientes

Em um cenário onde a demanda por cuidados de saúde é crescente e as regulamentações são cada vez mais complexas, estar em conformidade com a lei é essencial para garantir a qualidade dos serviços oferecidos, a segurança dos pacientes e a sustentabilidade dos negócios no setor da saúde. 

Neste artigo, vamos explorar os detalhes da Lei do Plano de Saúde, suas principais mudanças e regras, coberturas obrigatórias e não obrigatórias, além de abordar como vincular uma clínica ao plano de saúde. Confira!

O que é a lei do plano de saúde

A Lei dos Planos de Saúde, conhecida como Lei nº 9.656/1998, regulamenta os serviços de planos e seguros privados de assistência à saúde no Brasil. Instituída em junho de 1998, essa lei estabelece normas para a contratação, funcionamento e fiscalização desses serviços, visando proteger os clientes. 

Entre suas principais disposições, garante uma cobertura mínima obrigatória que inclui consultas, exames, internações e tratamentos determinados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Assim, limita os períodos de carência, regula os reajustes de mensalidades para evitar aumentos abusivos e estabelece regras para a cobertura de doenças preexistentes e para a rescisão de contratos, protegendo os usuários contra cancelamentos arbitrários. 

Além disso, a lei criou a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que supervisiona o setor e assegura o cumprimento das normas, garantindo os direitos dos beneficiários e a qualidade dos serviços prestados.

Veja também: Como fazer uma declaração de comparecimento médico? Conheça os principais tipos e regras

Mudanças na lei do plano de saúde

Desde 1998, a Lei dos Planos de Saúde não sofreu grandes alterações, mas várias normativas foram estabelecidas ao longo do tempo. 

A partir de 2015, com a Resolução Normativa RN Nº 387, foram adicionadas novas coberturas obrigatórias, como tratamentos para hepatite C, exames para câncer de próstata e medicamentos orais para o tratamento do câncer. 

Já a Lei nº 14.454 de 2022 trouxe uma mudança substancial ao tornar o rol de procedimentos da ANS, permitindo a cobertura de tratamentos e procedimentos que não estão listados, desde que exista comprovação científica de eficácia ou recomendação de órgãos de avaliação de renome internacional. 

A nova lei estabelece critérios específicos para a inclusão de novos procedimentos, ampliando a proteção aos consumidores sem a necessidade de recorrer à Justiça.

O que diz a lei do plano de saúde? 

Essa lei estabelece regras e diretrizes para a operação e a prestação de serviços pelas operadoras de planos de saúde no país. A seguir, estão alguns dos principais pontos abordados pela lei:

Reajuste

A ANS estabelece regras para os reajustes das mensalidades dos planos de saúde, incluindo limites para o aumento anual das mensalidades e critérios para reajustes por faixa etária.

Vigência do contrato

Os contratos de planos de saúde no Brasil geralmente têm vigência mínima anual, com possibilidade de renovação automática, salvo manifestação contrária do beneficiário.

Termos de renovação

Os planos de saúde devem oferecer a possibilidade de renovação do contrato ao final de cada período de vigência, com as mesmas condições da última contratação, exceto em caso de alterações que tenham sido previamente informadas ao beneficiário, sendo proibido qualquer valor adicional no período de renovação.

Funcionamento para as operadoras

As operadoras de planos de saúde precisam de autorização da ANS para operar no mercado. Para obter essa autorização, elas devem atender a uma série de requisitos, incluindo solidez financeira e capacidade técnica.

Regulação das segmentações assistenciais

A ANS define as diferentes modalidades de planos de saúde, tais como Ambulatorial, Hospitalar, Hospitalar com Obstetrícia, Referência e Odontológico, e estabelece regras específicas para cada uma delas.

Informações no contrato

Os contratos de planos de saúde devem conter informações claras e detalhadas sobre cobertura, exclusões, carências, reajustes, formas de utilização dos serviços, entre outros aspectos relevantes para os beneficiários.

Veja também: O setor clínico no Brasil: um estudo sobre os desafios e necessidades de médicos e gestores

Regras do plano de saúde

As regras do plano de saúde podem variar dependendo do provedor e do tipo de plano que você possui. No entanto, geralmente incluem:

Carência

É o período que o beneficiário precisa aguardar após a contratação do plano para ter acesso a determinados serviços. A Lei e a regulamentação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) estabelecem os limites máximos de carência que as operadoras de planos de saúde podem exigir:

  • 24 horas para atendimentos de urgência e emergência;
  • 300 dias para partos a termo;
  • 180 dias para os outros procedimentos, como exames, consultas e internações.

Coparticipação

É um modelo de pagamento em que o beneficiário arca com uma parte do custo dos serviços utilizados, além da mensalidade regular do plano de saúde. As regras para coparticipação são:

  • A coparticipação deve ser claramente informada no contrato, especificando os valores ou percentuais que o beneficiário deverá pagar;
  • Existem limites para os valores de coparticipação, de forma que não causem ônus excessivo ao beneficiário;
  • A operadora não pode utilizar a coparticipação para limitar o acesso do beneficiário aos serviços de saúde necessários.

Rede credenciada

Rede credenciada refere-se ao conjunto de hospitais, clínicas, laboratórios e profissionais de saúde que possuem contrato com a operadora do plano de saúde para prestar serviços aos beneficiários. As regras para a rede credenciada incluem:

  • A operadora deve fornecer ao beneficiário uma lista atualizada da rede credenciada, especificando todos os prestadores de serviços disponíveis;
  • A rede credenciada deve ser suficiente para atender aos beneficiários do plano, tanto em termos de quantidade quanto de especialidades médicas;
  • Em caso de descredenciamento de prestadores de serviços, a operadora deve informar previamente os beneficiários e garantir alternativas adequadas para o atendimento.

Coberturas obrigatórias de um plano de saúde

No Brasil, a ANS estabelece as coberturas obrigatórias que os planos de saúde devem oferecer. Essas coberturas são definidas no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, que é atualizado periodicamente. 

As coberturas obrigatórias básicas para os planos de saúde no país incluem:

  • Consultas programadas e de emergência: planos de saúde devem cobrir consultas médicas agendadas previamente, bem como aquelas necessárias em situações de emergência, garantindo acesso rápido aos cuidados de saúde quando necessário.
  • Atendimentos com nutricionistas: o atendimento com nutricionistas é essencial para promover a saúde e o bem-estar dos segurados, permitindo o acompanhamento profissional adequado para questões relacionadas à alimentação e nutrição.
  • Consultas com especialistas em fonoaudiologia: consultas com fonoaudiólogos asseguram o acesso a serviços especializados em comunicação oral, linguagem e audição, beneficiando especialmente aqueles com dificuldades nessas áreas.
  • Internações hospitalares e em UTI: internações hospitalares e em unidades de terapia intensiva é fundamental para o tratamento de condições graves e para a recuperação de pacientes que necessitam de cuidados intensivos.
  • Assistência multidisciplinar durante internações: é essencial que os segurados tenham acesso a uma equipe multiprofissional de saúde qualificada, garantindo um acompanhamento adequado e seguro durante todo o período de hospitalização.
  • Dispositivos médicos: a cobertura de próteses, órteses e outros dispositivos médicos são importantes para garantir a reabilitação e o conforto dos pacientes após procedimentos cirúrgicos ou em situações de necessidade de suporte físico.

Coberturas não obrigatórias de um plano de saúde

Essas são algumas das coberturas que geralmente não são obrigatórias nos planos de saúde no Brasil, de acordo com a legislação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS):

  • Tratamentos ou cirurgias estéticas: procedimentos com o objetivo exclusivo de melhorar a estética do paciente, sem necessidade médica comprovada, geralmente não são cobertos pelos planos de saúde como procedimentos obrigatórios.
  • Transplantes: embora o transplante de córneas e rins sejam cobertos pelos planos de saúde obrigatoriamente, outros tipos de transplantes, como fígado, coração, pulmão, entre outros, podem não ser cobertos como procedimentos obrigatórios.
  • Inseminação artificial: tratamentos de reprodução assistida, como inseminação artificial e fertilização in vitro, geralmente não são cobertos como procedimentos obrigatórios pelos planos de saúde. 
  • Tratamentos domiciliares: medicamentos para tratamentos domiciliares, quando não relacionados a internações hospitalares ou tratamentos específicos cobertos pelo plano, geralmente não são cobertos como procedimentos obrigatórios. 

Veja também: Como funciona o plantão médico? Conheça as principais especialidades, tipos e quanto ganha um plantonista

Como vincular uma clínica ao plano de saúde?

Para vincular uma clínica ao plano de saúde, geralmente é necessário seguir os seguintes passos:

Cadastro na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

A clínica precisa estar devidamente cadastrada na ANS, o órgão regulador responsável pelos planos de saúde no Brasil. Isso geralmente requer a apresentação de documentação legal, como registro da clínica, alvará sanitário, entre outros.

Negociação com planos de saúde

Durante as negociações, é importante ter em mãos documentos que comprovem a aptidão da clínica e a qualificação de seus profissionais. Isso pode incluir cópias da inscrição no Conselho Regional de Medicina (CRM) ou em outros conselhos profissionais, certificados de especialização, entre outros.

Assinatura de contratos ou convênios

Uma vez que as negociações tenham sido bem-sucedidas, a clínica e a operadora de plano de saúde devem assinar um contrato ou convênio médico que estabeleça os termos da parceria. Este documento geralmente inclui detalhes sobre os serviços que serão prestados, os valores a serem pagos pela operadora à clínica, os prazos de pagamento, entre outros.

Credenciamento

Após a assinatura do contrato, a clínica precisa passar pelo processo de credenciamento junto à operadora de plano de saúde. Isso pode envolver a apresentação de documentos adicionais, a realização de inspeções na clínica e a inclusão da clínica na rede de prestadores de serviços da operadora.

Divulgação e atendimento aos beneficiários

Uma vez credenciada, a clínica pode começar a atender os beneficiários do plano de saúde com o qual possui parceria. É importante que a clínica esteja preparada para fornecer um atendimento de qualidade e seguir as diretrizes estabelecidas pela operadora de plano de saúde.

Assim, ao garantir a conformidade com as normativas legais, asseguramos não apenas a qualidade dos serviços oferecidos, mas também a confiança dos pacientes e a eficiência operacional das instituições de saúde. Portanto, é essencial estar sempre atualizado e preparado para atender às exigências legais.

Conte com o Conclínica!

Para simplificar e otimizar a gestão da sua clínica ou consultório médico, conte com o Conclínica. 

Nosso software para clínicas oferece uma solução completa e intuitiva, projetada especificamente para atender às necessidades do setor de saúde. 

Desde agendamento de consultas a prontuários eletrônicos, passando pelo controle financeiro e relatórios gerenciais, o Conclínica simplifica suas operações, economiza tempo e recursos, permitindo que você foque no que realmente importa: cuidar dos seus pacientes.


Profissional de saúde trabalhando em um laptop, representando o setor clínico moderno.

O setor clínico no Brasil: um estudo sobre os desafios e necessidades de médicos e gestores

Médicos e gestores enfrentam diversos desafios no setor clínico no Brasil, como manter as finanças em ordem, atrair e fidelizar pacientes e lidar com o cancelamento de consultas em cima da hora. Confira as estatísticas!

O setor clínico é um nicho em constante crescimento no Brasil. Saúde é um bem de primeira necessidade e, neste universo, clínicas particulares que sobressaem agregando valor aos seus serviços ganham destaque nacionalmente. Conforme o Sebrae, hoje o país tem 291.362 clínicas registradas nos seguintes CNAEs (Classificação Nacional de Atividades Econômicas): 

  • 8630-5/01: Atividade ambulatorial com recursos para realização de procedimentos cirúrgicos; 
  • 8630-5/01: Atividade médica ambulatorial com recursos para realização de exames complementares;  
  • 8630-5/01: Atividade médica ambulatorial restrita a consultas como atividade principal, com 17.481 filiais.

Destes, São Paulo é o estado que mais se destaca com 33.193 clínicas ativas, seguido pelo Rio de Janeiro, com 16.845. Aparecem, ainda, Salvador com 6.328; Brasília com 6.315 e Belo Horizonte com 6.146 estabelecimentos. 

Além destes dados, há uma tendência de que as Parcerias Público-Privadas do Brasil aumentem a carteira de pacientes de uma clínica, independente do segmento de atuação. O Governo Federal investe em clínicas e hospitais privados em troca de atendimentos diversos aos pacientes tratados pelo SUS (Sistema Único de Saúde).

Neste cenário, é positivo para um profissional ou um empreendedor na medicina investir em uma clínica médica privada. Porém, alguns desafios inerentes ao setor acabam prejudicando a saúde da empresa. Em pesquisa realizada pela Conclínica, empresa que fornece software de gestão médica, os desafios das clínicas no Brasil ficaram bem claros. 

A empresa entrevistou mais de 100 profissionais, entre médicos e gestores, para entender quais os seus principais desafios e expectativas para os próximos anos.

Finanças e controle de pagamentos são o calcanhar de aquiles das clínicas no Brasil

Para 52% das empresas que existem além dos 2 anos, o principal desafio é manter as finanças em ordem e lidar com o reembolso de planos de saúde. Integrar o faturamento e as glosas médicas com as entradas é um dos principais pontos. 

Infográfico com dados sobre o setor clínico no Brasil.Além da área financeira, outro desafio que as clínicas privadas no Brasil enfrentam é a dificuldade em organizar horários de consulta e lidar com os cancelamentos médicos realizados em cima da hora. Para 45% dos respondentes, lidar com o cancelamento e reorganizar a agenda é uma luta diária, enquanto 36% apontam a organização dos horários das consultas como um dos pontos que mais precisam de atenção. 

Infográfico com dados sobre o setor clínico no Brasil.Além disso, clínicas que possuem mais de uma unidade e filiais em diferentes bairros, usam o mesmo sistema e enfrentam problemas quanto à necessidade de organização da agenda médica.

Clínicas enfrentam problemas para atrair e fidelizar pacientes

Outros pontos abordados durante a pesquisa dizem respeito à relação entre clínica e paciente. Para 60% dos respondentes, atrair novos pacientes é uma das maiores questões. O controle de gastos também é um dos desafios enfrentados por 48% dos correspondentes. Outro ponto é a fidelidade, para 48% agendar o retorno do paciente e uma nova confirmação de consulta é um problema substancial. 

Infográfico com dados sobre o setor clinico no Brasil.

Neste sentido, um dos pontos que elimina a ausência de novos pacientes são as indicações. Elas ajudam a manter a clientela rodando nas clínicas. A competição com outras clínicas não é algo que preocupa os respondentes. Apenas 21,9% apontaram este ponto como um desafio.

Normas e regulamentações das clínicas

Já com relação às regulamentações das clínicas privadas no Brasil, temos um desafio a ser vencido. Para 58%, manter as informações dos pacientes conforme a exigência da segurança de dados. Já para 31%, dispor do auxílio de outros médicos e suas respectivas equipes administrativas para manterem o funcionamento segundo as regras. 

Infográfico com dados sobre o setor clínico no Brasil.
Desafios das clínicas

Quando questionados sobre os principais receios para os próximos anos, errar na gestão financeira foi o termo mais apontado. 45% dos respondentes querem melhorar nesta frente. Já 39% apontam os processos e as responsabilidades legais como um ponto de atenção. 

Infográfico com dados sobre o setor clínico no Brasil.
Conclusão

O setor clínico privado está em expansão no Brasil. Contudo, precisa de profissionalização, principalmente na área financeira e administrativa. É importante que empreendedores, médicos e gestores estejam no mesmo nível de conhecimento para que o setor clínico rode de maneira positiva. 

Com isso, é importante entender que softwares de gestão e ferramentas podem ajudar neste ganho de tempo, fazendo a automação de processos e dando espaço para trabalhos mais estratégicos.

Nesse contexto, o Conclínica é um software para clínicas que oferece recursos para otimizar o fluxo de pacientes, agendar consultas com praticidade e gerenciar laudos e exames com total segurança. Tudo isso para garantir a eficiência operacional da sua clínica e oferecer um atendimento impecável aos seus pacientes.

Agende uma demonstração e comprove na prática como o Conclínica pode transformar a gestão da sua clínica médica.

 


Um profissional de saúde com jaleco branco está preenchendo um documento de encaminhamento médico ao lado de um paciente.

O que é encaminhamento médico? Entenda a importância, protocolos e como otimizar o documento

O encaminhamento médico é um documento que direciona o paciente para um especialista, facilitando a continuidade do cuidado. Sua importância está na coordenação eficaz do tratamento e na comunicação entre profissionais de saúde. Veja mais a seguir!

O encaminhamento médico é um documento essencial no sistema de saúde, utilizado para direcionar um paciente a um especialista ou a serviços específicos de saúde, como uma equipe multiprofissional de saúde

Sua importância reside na garantia de que os pacientes recebam o cuidado adequado e especializado para suas condições médicas, contribuindo para uma melhor qualidade de vida e resultados de saúde. 

Geralmente solicitado quando o médico identifica a necessidade de uma avaliação mais detalhada ou tratamento por parte de um especialista, também desempenha um papel essencial na coordenação do cuidado do paciente. 

Neste artigo, exploraremos mais detalhadamente o que é, sua importância, protocolos envolvidos e como otimizar esse documento para garantir uma experiência eficaz e satisfatória para pacientes e profissionais de saúde. Boa leitura!

O que é encaminhamento médico e como funciona

É um documento emitido por um médico que direciona o paciente para um especialista ou para a realização de exames complementares. 

Ele é utilizado quando o médico que está atendendo o paciente identifica a necessidade de uma avaliação multidisciplinar, ou seja, mais específica ou de um tratamento que foge a sua área de expertise. 

Contém informações importantes sobre o paciente, como histórico médico, sintomas e resultados de exames, para que o especialista possa oferecer o melhor cuidado possível. O paciente precisa apresentar esse documento ao especialista ou ao centro de exames para receber o atendimento adequado. 

É fundamental ressaltar que o documento possui uma validade, geralmente de até 60 dias corridos a partir da data de expedição do documento, o que destaca a importância da agilidade nesse processo e acesso aos serviços de saúde.

Importância do encaminhamento médico com precisão diagnóstica

A importância pode ser enfatizada por:

  • Tratamento adequado: um encaminhamento garante que o paciente seja direcionado ao especialista certo, aumentando as chances de receber um tratamento adequado e eficaz para sua condição de saúde.
  • Economia de tempo e recursos: encaminhar um paciente ao especialista correto desde o início reduz a necessidade de consultas adicionais e procedimentos desnecessários, economizando tempo e recursos médicos.
  • Prevenção de complicações: um diagnóstico precoce pode ajudar a prevenir complicações de saúde, permitindo que o tratamento seja iniciado o mais rápido possível.
  • Melhoria da experiência do paciente: garante que os pacientes recebam o cuidado certo na hora certa, aumentando sua confiança no sistema de saúde e melhorando sua experiência geral de tratamento.
  • Melhoria dos resultados de saúde: estão diretamente ligados a melhores resultados de saúde, pois garantem que os pacientes recebam o cuidado adequado para suas condições específicas, levando a uma recuperação mais rápida e eficaz.

Leia também: Como fazer uma declaração de comparecimento médico? Conheça os principais tipos e regras

Quando o encaminhamento deve ser feito?

Deve ser feito sempre que o médico que está atendendo o paciente identifica a necessidade de uma avaliação mais especializada ou de exames complementares que não podem ser realizados em seu próprio consultório. 

Em geral, é feito após uma avaliação inicial, quando o médico determina que o paciente se beneficiaria de uma consulta ou tratamento por parte de um especialista.

Protocolos para encaminhamento de paciente

Geralmente seguem uma sequência de etapas para assegurar um cuidado adequado e eficaz:

Primeiro passo: avaliação inicial

O médico realiza uma avaliação inicial do paciente para determinar a necessidade de encaminhar, levando em conta a gravidade dos sintomas e a complexidade do caso.

Segundo passo: seleção do especialista

Baseado na avaliação inicial, o médico escolhe o especialista mais apropriado para tratar a condição do paciente, considerando a especialidade necessária e a disponibilidade do especialista.

Terceiro passo: preparação do paciente

O paciente é informado sobre o encaminhamento, incluindo o motivo, os procedimentos envolvidos, e o que esperar durante e após a consulta com o especialista.

Quarto passo: informações médicas

O médico compartilha informações médicas relevantes, como histórico clínico, resultados de exames e tratamentos anteriores, com o especialista para garantir uma continuidade adequada do cuidado.

Quinto passo: coordenação do cuidado

Existe uma comunicação aberta entre o médico e o especialista para garantir uma abordagem integrada, sincronizando todas as etapas do tratamento e proporcionando o cuidado mais abrangente possível ao paciente.

Leia também: O que é o Protocolo de Manchester? Entenda a importância desse sistema de classificação de risco, seu fluxograma e como implementar

Como fazer um encaminhamento médico?

Deve conter informações essenciais para garantir a continuidade do cuidado do paciente. Aqui estão alguns elementos que geralmente estão incluídos:

  • Carimbo do médico: inclui o carimbo, com o nome completo, número de registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e Registro de Qualificação de Especialista (RQE).
  • Nome do estabelecimento: o nome completo do estabelecimento de saúde que emite o encaminhamento.
  • Data e hora: são registradas a data e a hora exatas em que foi emitido.
  • Número do prontuário e atendimento: o número do prontuário do paciente, quando aplicável, e o número do atendimento, se disponível, são fornecidos para referência.
  • Dados do paciente: o nome completo do paciente e seu sexo são identificados no documento, como também a data de nascimento do paciente e sua idade são indicadas para referência.
  • Nome da mãe: é incluído o nome da mãe do paciente, quando necessário para identificação.
  • Setor e leito: o setor e o leito do estabelecimento de saúde, especialmente relevantes se o paciente estiver internado, são especificados.
  • Assinatura do Médico: pode ser manualmente ou uma assinatura digital pelo médico responsável pela emissão do documento.

8 dicas para otimizar o encaminhamento de paciente

1. Garanta que o paciente encontre o especialista

Forneça informações claras sobre a localização e os contatos dos especialistas aos pacientes. Certifique-se de que eles saibam como marcar uma consulta e quais documentos levar.

2. Conheça os especialistas

Mantenha uma lista atualizada de especialistas, incluindo suas especialidades, horários de disponibilidade e informações de contato. Isso ajudará a fazer um documento mais preciso e eficiente.

3. Crie parcerias com outras clínicas

Estabeleça parcerias com clínicas e centros de especialidades para facilitar o acesso dos pacientes a uma variedade de serviços de saúde. Isso pode reduzir os tempos de espera e aumentar a qualidade do atendimento.

4. Crie um modelo de encaminhamento de pacientes

Desenvolva um modelo padronizado para esse processo, incluindo formulários, critérios de triagem e fluxos de comunicação entre a clínica e os especialistas. Isso garantirá consistência e eficiência para os pacientes.

Leia também: Modelo de atestado médico: como fazer, tipos e o que precisa ter

5. Comunicação eficaz

Mantenha uma comunicação clara e aberta com os pacientes sobre o processo, explicando o motivo e os benefícios de ser encaminhado a um especialista.

6. Utilize tecnologia

Tecnologia na saúde, plataformas online e sistemas de gestão de clínicas para agendar e acompanhar são formas eficientes de otimização.

7. Feedback

Solicite feedback dos pacientes sobre suas experiências com os especialistas para identificar áreas de melhoria e garantir um processo mais eficaz, fortalecendo a relação médico-paciente.

8. Capacitação da equipe

Treine sua equipe para identificar sinais de que um paciente precisa ser encaminhado a um especialista e para realizar de forma adequada.

Como acompanhar o paciente encaminhado?

Para acompanhar o paciente encaminhado, estabeleça um sistema de comunicação entre a clínica e o especialista, garantindo que ambos compartilhem informações sobre o tratamento e o progresso do paciente. 

Agende consultas de acompanhamento para revisar o plano de cuidados e avaliar a eficácia do tratamento. Mantenha registros atualizados do histórico médico do paciente e qualquer comunicação relevante entre as partes envolvidas. 

Além disso, esteja disponível para responder a quaisquer perguntas ou preocupações que o paciente possa ter durante o encaminhamento.

Leia também: O que é a receita médica digital? Entenda como funciona o recurso e 8 dicas para evitar erros

Desafios no processo de encaminhamento médico e soluções

Comunicação falha

Pode haver falta de comunicação entre médicos, resultando em informações incompletas ou equivocadas sobre o paciente. 

Dessa forma, é importante implementar sistemas eletrônicos de registros médicos para facilitar o compartilhamento rápido e preciso de informações entre médicos. Do mesmo modo, comunicação direta entre médicos por meio de plataformas online também pode ajudar.

Tempo de espera prolongado

Pacientes podem enfrentar longos períodos de espera para obter uma consulta com um especialista, o que pode agravar sua condição de saúde. 

Agendar consultas de forma eficiente, priorizando pacientes com necessidades urgentes e estabelecendo ações mais ágeis pode ser uma solução para essa questão. 

Telemedicina também pode ser uma opção para consultas iniciais ou de acompanhamento mais rápidas.

Agendamento eficiente

Após o encaminhamento, pode haver falta de acompanhamento adequado para garantir que o paciente receba o cuidado necessário e para monitorar seu progresso.

Assim, sistemas de agendamento eficientes, priorizando pacientes com necessidades urgentes, podem reduzir os tempos de espera até a consulta com o especialista.

Em um cenário onde a coordenação eficiente do cuidado do paciente é essencial, o encaminhamento médico surge como uma ferramenta indispensável. 

Ao compreender a sua importância e adotar práticas para otimizar esse processo, os profissionais de saúde podem aprimorar significativamente a qualidade do cuidado prestado aos pacientes.

Portanto, para simplificar e aprimorar ainda mais a gestão de encaminhamentos e outros processos clínicos, recomendamos o Conclínica — uma solução de software para clínicas altamente eficiente. 

Com recursos robustos para gerenciamento de pacientes, agendamento de consultas, laudos e exames, relatório gerencial e muito mais, oferecemos uma plataforma integrada para otimizar o fluxo de trabalho de sua clínica ou consultório médico. 

Experimente hoje mesmo o Conclínica e leve sua prática médica para o próximo nível!


Médica sentada na cadeira do escritório enquanto preenche uma declaração de comparecimento médico para paciente à espera.

Como fazer uma declaração de comparecimento médico? Conheça os principais tipos e regras

Para fazer uma declaração de comparecimento médico, inclua informações como nome do paciente, data da consulta e assinatura do médico. Saiba mais a seguir!

A declaração de comparecimento médico é um documento que confirma a presença de um indivíduo em uma consulta ou atendimento médico. Essa declaração desempenha um papel fundamental na comprovação de ausências justificadas, bem como na validação de direitos legais e benefícios médicos. 

Geralmente, inclui informações como o nome do paciente, a data e hora da consulta ou procedimento, o nome do médico ou profissional de saúde que realizou o atendimento e, às vezes, o propósito da consulta. 

Qualquer pessoa pode solicitar esse documento para diversos fins. Convido você a explorar os principais tipos e regras envolvidos na elaboração desta declaração, a fim de compreender melhor sua importância e aplicação prática. Boa leitura!

O que é declaração de comparecimento médico

É um documento emitido por um profissional de saúde, geralmente um médico, atestando que um paciente esteve presente em uma consulta, exame médico ou procedimento específico em determinada data e horário. 

Esse tipo de declaração é comumente exigido pelas empresas, instituições educacionais ou outras entidades para justificar a ausência do funcionário devido a motivos de saúde. 

Leia também: Como funciona o plantão médico? Conheça as principais especialidades, tipos e quanto ganha um plantonista

Diferença entre atestado médico e declaração de comparecimento

Um atestado médico e uma declaração de comparecimento são documentos diferentes, com propósitos distintos:

Atestado médico

Um atestado médico é um documento emitido por um profissional de saúde, que confirma a condição de saúde de um paciente. Ele pode ser utilizado para justificar uma ausência no trabalho, na escola, em eventos, entre outros, devido a razões médicas.

Normalmente, um atestado médico inclui informações como o nome do paciente, a data de emissão, a descrição da condição médica, o período de repouso recomendado (se aplicável) e a assinatura ou carimbo do profissional de saúde.

Declaração de comparecimento

É um documento emitido por uma instituição, como um hospital, clínica ou consultório médico, confirmando que uma pessoa compareceu a uma consulta, exame ou procedimento em um determinado dia e hora.

Ao contrário de um atestado médico, não fornece informações sobre a condição médica do paciente, apenas confirma que ele esteve presente em uma consulta ou procedimento específico.

Tipos de declaração de comparecimento

Existem diferentes tipos de declarações de comparecimento, cada uma com suas características e finalidades específicas:

Comparecimento a consultas médicas

Clínicas ou consultórios médicos emitem esta declaração para confirmar que um paciente compareceu a uma consulta médica. Geralmente, contém informações como a data, hora e duração da consulta, além do nome do médico que realizou o atendimento. 

Ela é frequentemente requisitada por empregadores ou instituições educacionais para justificar ausências decorrentes de consultas médicas, garantindo que as horas do trabalhador não sejam descontadas de seu salário.

Leia também: Quanto cobrar pela consulta médica? Estratégias e dicas para definir seu valor

Comparecimento a audiências

Emitida por tribunais ou advogados, a declaração confirma a presença de um indivíduo em uma audiência legal, como, por exemplo, a cível, trabalhista e criminal. Inclui detalhes como a data, hora e local da audiência, juntamente com informações sobre o caso em questão. 

Essa declaração é essencial para validar a participação do indivíduo no processo legal e pode ser solicitada como prova de comparecimento, visto que o artigo 473 da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) garante o dia de falta sem prejuízos no pagamento. Sua apresentação ajuda a assegurar a integridade do sistema judicial e garantir que todas as partes envolvidas cumpram suas obrigações legais.

Declaração de doação de sangue

Emitida por bancos de sangue ou centros de doação, essa declaração confirma que alguém realizou uma doação de sangue em uma determinada data. 

É frequentemente utilizada para reconhecer e agradecer aos doadores por seu ato altruístico, além de incentivar outras pessoas a doarem sangue. Essa declaração pode ser requisitada para isenção de taxas ou outros benefícios relacionados à doação de sangue.

Participação no vestibular

Emitida por instituições educacionais, essa declaração confirma que um candidato compareceu e participou de um exame vestibular, como o Enem. Contém detalhes como a data, hora e local do exame, junto com o nome da instituição e do curso para o qual o candidato está se candidatando. 

Essa declaração é essencial para validar a participação do candidato no processo de admissão e pode ser necessária para a apresentação de recursos ou reclamações relacionadas ao exame. 

O que diz a CLT sobre declaração de comparecimento?

A CLT não especifica diretamente sobre, mas aborda as situações em que o trabalhador pode se ausentar do trabalho sem prejuízo salarial. 

De acordo com o artigo 473 da CLT, o trabalhador pode se ausentar para situações como: 

  • Falecimento de familiar: ausência permitida em caso de falecimento de parentes próximos.
  • Falecimento de dependente econômico: justifica a ausência se o dependente econômico, declarado na carteira de trabalho, falecer.
  • Casamento: permite a ausência para participar do próprio casamento.
  • Gravidez: possibilita acompanhar a parceira em consultas e resultado de exames durante a gestação.
  • Nascimento de filho(s): permite se ausentar em razão do nascimento dos filhos.
  • Acompanhamento de filho(s) em consultas: possibilita acompanhar filhos de até 6 anos em consultas médicas.
  • Cumprimento do Serviço Militar: permite a ausência para cumprir as exigências do Serviço Militar.
  • Vestibular: justifica a ausência para realizar provas de vestibular.
  • Comparecimento a juízo: permite a ausência para comparecer a audiências judiciais.
  • Participação em reuniões sindicais: possibilita participar de reuniões oficiais do sindicato como representante.
  • Exames preventivos de câncer: justifica a ausência para realizar exames de prevenção do câncer.
  • Doação de sangue: permite a ausência para doar sangue.

A comprovação dessas ausências é feita mediante atestados médicos, os quais devem ser entregues ao setor de Recursos Humanos ou supervisores responsáveis.

É importante observar que a política interna da empresa ou acordos coletivos podem definir procedimentos específicos relacionados à apresentação desses documentos.

Leia também: O que é o Protocolo de Manchester? Entenda a importância desse sistema de classificação de risco, seu fluxograma e como implementar

Como fazer uma declaração de comparecimento médico?

Aqui está um modelo de declaração de comparecimento médico. Veja um exemplo simples de como redigir uma declaração desse tipo:

DECLARAÇÃO DE COMPARECIMENTO MÉDICO

Eu, [Nome do Médico], CRM [Número do CRM], declaro que o(a) Sr.(a) [Nome do Paciente] compareceu a uma consulta médica no dia [Data da Consulta].

O propósito da consulta foi [breve descrição do motivo da consulta].

Esta declaração é emitida a pedido do paciente para os fins que julgar necessários.

Local: [Local onde a declaração está sendo emitida]

Data: [Data de Emissão da Declaração]

Assinatura: ____________________________

(Nome do Médico)

[Assinatura do Médico]

É obrigatório aceitar declaração de comparecimento?

Não, não é obrigatório aceitar. A aceitação depende da política da instituição ou organização que está solicitando a comprovação de comparecimento. 

Algumas instituições podem exigir um documento mais detalhado ou específico, como um atestado médico, enquanto outras podem aceitar uma declaração simples do médico. 

Quantas horas abona uma declaração de comparecimento?

O tempo abonado pode variar conforme as políticas da instituição ou empregador. 

Geralmente, uma declaração confirma apenas a presença do paciente na consulta, sem especificar a duração da mesma. Em muitos casos, ela não abona horas, mas pode ser solicitada como prova de comparecimento para justificar uma ausência no trabalho ou na escola. 

Para abonar horas, pode ser necessário um atestado médico que especifique a duração da consulta e a necessidade de repouso, caso aplicável.

Portanto, a declaração é uma ferramenta essencial em consultas médicas, desempenhando um papel importante na documentação e na garantia de direitos legais e benefícios médicos. 

Se você está buscando uma maneira eficiente de gerenciar suas consultas e registros médicos, o Conclínica é um software para clínicas que oferece uma solução eficaz.

Com recursos como agenda médica e prontuários eletrônicos, o Conclínica simplifica o dia a dia da sua clínica médica. 

Experimente hoje mesmo e descubra como podemos ajudá-lo a otimizar a gestão da sua clínica!