Como a área da saúde está cada vez mais tecnológica, os processos em papel têm sido gradualmente abandonados. Assim, ferramentas como certificação digital e nota fiscal eletrônica se tornam importantes na rotina de um médico em sua gestão de clínica ou consultório.

Entenda o que são essas ferramentas e como elas agem para garantir maior segurança e agilidade nos processos burocráticos.

O que é a certificação digital para médicos?

A certificação digital na medicina é a maneira de validar juridicamente documentos digitais, como aqueles que contém assinatura digital de médicos, laudos e exames online e as notas fiscais. Isso é especialmente importante para clínicas e consultórios, já que lidam com dados sensíveis todos os dias, garantindo conformidade com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados).

De maneira geral, o certificado digital é uma versão eletrônica dos documentos físicos, servindo como uma identidade. É comum, inclusive, que seja chamado de e-CPF ou e-CNPJ. Assim, a certificação digital reúne todas as informações que possibilitam a identificação do médico ou da empresa em um único arquivo.

Os tipos de certificação digital para médicos

Para médicos, as duas opções de certificação digital disponíveis são o certificado A1 e o A3. 

O certificado A1 é instalado diretamente no computador do profissional ou da unidade em que trabalha, com menor custo de adesão e validade de um ano.

Já o certificado A3 depende de um hardware externo, o que o torna inviolável e garante maior mobilidade, podendo ser usada em diferentes máquinas, além da validade poder chegar até três anos. Porém, ao contrário da A1, só pode emitir uma nota fiscal por vez.

Como funcionam a certificação digital e nota fiscal eletrônica?

A relação entre certificação digital e nota fiscal eletrônica é bastante estreita. É importante ressaltar que o certificado A1 é obrigatório, por exemplo, para emitir Nota Fiscal de Compra (NFC) e Nota Fiscal de Serviço (NFS).

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Cada certificado digital é atrelado a duas chaves, uma pública e outra privada, à qual apenas o detentor tem acesso, e ambas possuem um código criptográfico (ou seja, a informação é codificada para impedir que pessoas não autorizadas tenham acesso).

Assim, quando a nota fiscal eletrônica é emitida, a chave pública é compartilhada. Como ela está atrelada à chave privada, qualquer empresa ou pessoa que tentar validar o documento vai ter sucesso no processo.

Caso uma nota fiscal eletrônica seja, no entanto, forjada, a chave pública não terá relação com a chave privada e, assim, a fraude será identificada.

Por isso, soluções tecnológicas para o trabalho dos profissionais da saúde são cada vez mais procuradas. Essas medidas otimizam o trabalho, diminuindo erros e, consequentemente, os custos dos consultórios. O uso de um bom software para clínicas integra todas essas informações e ferramentas em um só lugar.

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